"NÃO EXISTE NENHUM LUGAR DE CULTO FORA DO AMOR AO PRÓXIMO"

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Tudo o que eu preciso para servir a Deus.





Seis minutinhos de Evangelho genuíno! 
O mais é acréscimo pretensioso.
Regina Farias




quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O Vinho e suas metáforas

O Vinho e suas analogias na existência humana... 
Muito bom!





"Pode ser alimento, pode ser remédio, pode ser vício... Seja alimento, seja remédio, seja vício, você tem que ter consciência do que é. E você precisa tomar providências em relação a isso. A vontade de Deus é que sejamos saudáveis. A vontade de Deus é que sejamos livres. A vontade de Deus é que nos fortaleçamos à medida que vivemos. A vontade de Deus é que ajudemos uns aos outros nas suas dores". (Martorelli)

quinta-feira, 18 de julho de 2013

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Bate papo...




Discípulos de Cristo ou discípulos de cristianismo?


Regina Farias disse...

Alan,

Fazia muito tempo que eu não queria ouvir mais certas pregações...

Então vi teu video e 'passei', deixei pra depois, mesmo sabendo de sua maravilhosa fase de transformação, mesmo com o título do mesmo me chamando a ler.

Então via a chamada no meu próprio blog me atraindo e resolvi que hoje eu iria assistir. Se bem que vim ao computador para ver outras coisas, confesso. Mas aí fui atraída imediatamente ao que havia dito 'domingo eu vejo'.

Dou graças a Deus por ver que ainda há pastores que se deixam quebrantar e, assim, vamos nos quebrantando também.
Obrigada!

R.
Alan Capriles disse...
Oi, Re!

Não posso deixar de comentar seu comentário, especialmente porque você está sempre nos enriquecendo com suas observações e eu raramente escrevo em seu blog (como também nos demais). Quero lhe agradecer por todo o carinho e lhe dizer também que seus comentários são um incentivo para que eu continue escrevendo e, nesse caso, também pregando. Como eu disse na mensagem, estou passando por um momento de auto-crítica, sendo confrontado comigo mesmo por meio do evangelho. Peço que me ajude em oração, a fim de que eu diminua e possa permitir que o Cristo que habita em cada um de nós tenha plena liberdade para continuar me usando na Palavra e, principalmente, nas obras de amor.

Deus lhe abençoe cada dia mais!
Regina Farias disse...
Pastor,

Está lá no meu blog e vou colocar no FB tb porque precisamos voltar ao primeiro amor urgente. Estamos muito mecanizados, robotizados, egoistas, individualistas.

E fique à vontade, eu não venho aqui para que vc vá lá. Não é uma troca mecânica e vc sabe disso. Se bem que em algumas vezes em peço socorro de algum 'guru' rsss da minha confiança como vc, René, W, J.C. Cláudio... Mas para complementar alguma coisa que eu não saiba expressar tão bem como vcs. Mas sem pressa e sem pressão.

Quanto ao constante processo no caminho que nos submetemos a ser moldados, veja você que quanto mais nos flagramos confrontados em nós mesmos, mais Deus nos abençoa e nos usa para abençoar a outros.

Isso é simplesmente maravilhoso!
Oremos, então!
Alan Capriles disse...
Re, preciso lhe confessar...

Também recorro a nossos irmãos "gurus" que você mencionou. Há poucos meses, por exemplo, fui pessoalmente conversar com nosso amigo René, que pacientemente escutou acerca de minhas inquietações e conflitos interiores. Voltei de lá muito mais leve e encorajado a seguir em frente.

Mas, desde que li seu último comentário, fiquei incomodado por você não saber ainda o quanto sua vida foi importante para o meu amadurecimento espiritual. Tudo começou com um comentário estúpido que eu fiz em um artigo da Rô e que você repreendeu com extrema simplicidade e dureza. Aquilo falou forte comigo porque, lá no fundo, eu sabia que você estava certa. Foi quando eu comecei a ler seu blog, o que ajudou a acelerar meu despertamento espiritual.

Por isso, sinto-me no dever de lhe dizer que você também é um de nossos "gurus", que nos ajudam a enxergar o caminho quando as trevas tentam nos fazer desviar da verdade e do amor.

Agradeço muito a Deus por sua vida e pelo privilégio de compartilharmos nossas experiências com Cristo.

Deus continue lhe abençoando cada dia mais!
Regina Farias disse...
Alan,

Despida de qualquer vaidade, esse seu depoimento enche o meu coração de alegria, simplesmente por confirmar o que eu vi em você desde o início: uma pessoa sábia! (Embora não tenha percebido essa repreensão rss Acho que é o hábito, desde bem menina, de ser professora. Aos treze anos de idade já monitorava em sala de aula na escola dos meus pais).

Fico mais feliz ainda porque, graças a Deus você soube assimilar, pois infelizmente, muitos que se deparam com esse meu jeito assim direto, se ofendem e levam para o lado pessoal.

Isso tudo só me faz admirá-lo mais ainda e louvar a Deus por sua vida, pois que você tem o dom de 'ser pastor', verdadeiramente. E quantas almas precisam de suas palavras tão sinceras e pautadas no Evangelho puro e simples.

Deus o ilumine cada vez mais!!!

R.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

É Deus presente...



Sempre fui fascinada pela arte em todos os sentidos.
É Deus presente na canção, na poesia, na literatura, no teatro, no cinema, na 'telinha', na fotografia, na escultura, nos rabiscos do pintor...
E olhando essa imagem acima não tem como ficar apático.
Eu simplesmente me transporto...(Na versão mais lúcida!)

Não tenho a menor dúvida de que FONTE vem a inspiração que invadiu a pessoa que a ‘inventou’.
O mais curioso é que eu comentava há pouco com o Zé Luís no Facebook sobre isso sem entender que essa pessoa era ele mesmo. (Achava que ele apenas a havia copiado da internet).
Fiquei tão impressionada com o que a imagem representa que ele enviou-a para mim.

Que coisa mais interessante... 
Que alegria me invadiu ao absorver cada pedacinho dela. 
Que perfeição!
Evangelho puro.
O simbolismo da porta/cruz oferecendo-se para libertar-nos das prisões/paredes.  
O contraste das cores inertes da selva de pedra com o azul e o branco do infinito. 
O facho de luz/esperança que nos direciona e nos indica a entrada/saída.

E pensar que nosso amigo criou esse desenho a partir de um despretensioso rabisco em plena chatice de um culto de domingo. (Eu sempre suspeitei que ele fosse um herege rss)

Que coisa mais incrível poder constatar a todo instante que ‘O Vento sopra onde quer’, da maneira que quer. Como diz Paulo (o apóstolo) em uma epístola, ‘O Espírito é multiforme’.

Deus é maravilhoso e se revela da maneira mais desconcertante, desbancando o homem apavonado com suas convenções, regras e igrejismos.  

E (falando em pretensão rss) não sou diferente, pois cá estou eu tentando dizer o que já está dito, querendo que chova no que já está molhado... Afinal, é só se deixar absorver e pronto. Mas é que a felicidade é muito grande e eu não me contive.

A Ele, toda honra e toda glória!

domingo, 19 de fevereiro de 2012

O CHEQUE E O LEQUE





Pagamento adiantado e específico para cada 'graça alcançada'?!

Mais hilário do que isso, só aquela do líder religioso que proíbe o leque no culto, argumentando causar má impressão e orientando as irmãs a pedirem ajuda a Deus para suportar o calor infernal.

É IMPRESSIONANTE como se superam, a cada dia, os tipos de negociação divina, desde que o mundo é mundo.

Ah, o bicho-homem e sua alma pagã... Sempre pretensioso querendo pagar por serviços. Sempre se baseando na troca de favores. Sempre na velha 'uma mão lava a outra'. E muitos, coitados, de tão ingênuos (antas, mesmo!) não têm nem noção de pra onde vai essa grana. Pessoas que até podem ter um desejo sincero no coração de adorar a Deus, mas o fazem com o espírito de Naamã, em demonstração de falta de compreensão acerca do Amor Incondicional.

E a trágica analogia feita é simplesmente CHOCANTE, pois o veto do leque (somado a outros) funciona igualmente como barganha, sendo que em outra versão não menos sinistra.


Ou seja: Comportando-se direitinho, seguindo a cartilha denominacional e fazendo o sacrifício de suportar o calor infernal ganha-se bônus para o céu.

Leques e cheques... Rima sombria! Os primeiros, proibidos. Os segundos, exigidos. E tome ACRÉSCIMOS! Cada vez mais criativos.

E o Evangelho da GRAÇA, que é de Graça, simplesmente vai sendo deixado de lado a cada dia.

E segue-se adorando a Jesus EM VÃO.

Ensinando-se doutrinas que são preceitos de homens.

Negligenciando-se o mandamento de Deus preferindo seguir mandamento de homens.

Invalidando-se a Palavra por meio de tradições e outras coisas semelhantes que eles próprios (os líderes religiosos) transmitem.

Mas fiquemos alertas, pois com pastores do povo que assim se comportam, Jesus não tem misericórdia, chama-os de HIPÓCRITAS e acrescenta: 'Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim'.

Trata-se da velha natureza envaidecida do homem. Sempre TESTANDO-O e pregando-lhe peças para contaminá-lo e confundi-lo acerca da simplicidade do Evangelho, invalidando-O.

Então, cria-se um deus paralelo e entroniza-se ele, ignorando A NOVA ALIANÇA.

Ainda bem que Deus não aceita barganha nem tampouco tem problemas com auto estima. E, com certeza, deve estar rindo (Sl 2.4)

RF.


Textos correlatos:









sábado, 18 de fevereiro de 2012

domingo, 18 de dezembro de 2011

A Porta



Porta estreita nada tem a ver com vida triste, oprimida, reprimida.

Porta estreita tem a ver com:

Postura pessoal - Aliviar a bagagem - Foco correto - Entrega de vontade.

A Porta é estreita...

Primeiro, porque devemos entrar nela sozinhos, trata-se de uma decisão pessoal, voluntária e não influenciável, portanto nada tendo a ver com religião.

Segundo, porque devemos deixar as inúmeras (inúteis) bagagens antes de entrar.

Terceiro, porque exige um foco correto na relação com Deus, confiantes em Deus e desconfiantes de nós mesmos, deixando-nos transformar por Ele.

Quarto, porque ficamos mais largos ao longo da existência, promovendo-nos obesidade existencial com as nossas vontades, nosso egoísmo, nossa individualidade; quando, na realidade, o maior ato de liberdade é estarmos livres de nós mesmos.


A vontade própria é tão sutil e está arraigada tão profundamente em nós mesmos, defendendo-se com tanto vigor, que quando tentamos lutar contra ela, somos derrotados. Acabamos fazendo nossa própria vontade sob diversos disfarces - caridade, necessidade, justiça. O amor de Deus, porém, deseja permanecer despido e sem nenhum disfarce, já que nada tem a esconder. Já vi esse amor. Na verdade, vejo-me todos os dias mais ocupada com ele. Sinto um fogo abrasador dentro de mim. É como se tivesse eu entregado a chave da minha casa ao amor e lhe desse permissão para fazer tudo que fosse necessário.(Catarina de Gênova - 1447 - 1510)


'Eu vim para que vocês tenham vida e a tenham em abundância'. 


Na íntegra, aqui: A CHAVE DE CASA


RF.

terça-feira, 5 de julho de 2011

De intenções o inferno está cheio.




Veja com quem você abre seu coração!
Veja com quem você divide sua intimidade humana e espiritual!
Veja a quem você serve as preciosidades de seu ser!

Não basta que a pessoa seja “cristã” ou de “igreja”. Isso não significa nada. Amigos de alma e de tesouros são raros, e só se os conhece com o tempo, em meio à fidelidade na dor e nas dificuldades da existência.

Toda hora vejo alguém servindo suas preciosidades de alma a quem não tem uma alma. O resultado é previsto por Jesus: eles pisam nas pérolas e depois devoram aqueles que as serviram.

Seu tesouro está em seu coração. Seja cuidadoso na entrega de sua intimidade. Procure antes comer muito sal com a pessoa. Não se exponha a quem não dá valor à alma.


Do outro lado tem de haver gente. E gente boa de Deus. Do contrário, o que se faz é apenas entregar nossa intimidade a quem se utilizará dela para nos destruir.


Portanto, veja a quem você está dando os seus tesouros de intimidade, verdade e preciosidades de Deus em sua vida.Pense nisso e organize seus vínculos de amizades!


Pesquei DAQUI <---

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Artigo 35









Olá
Quero retomar com vocês um tema que abordei em um dos artigos iniciais, mais precisamente, no segundo artigo. Retomo-o a partir do seguinte trecho:

... quando estamos doentes, vivemos e evoluímos através de uma sucessão de fases que expressam a maneira como estamos nos sentindo; Começamos por uma fase de negação – “não é verdade, isto não está acontecendo comigo”; passamos à fase da raiva – “por que eu, por que comigo?”; iniciamos as barganhas – “se eu sarar, prometo que”;  passamos à tão temida, quanto necessária, fase da   depressão, a tristeza que se instala a partir do reconhecimento do inevitável.

O que pretendo é relembrar o que normalmente acontece com uma pessoa quando ela adoece, e inesperadamente. Digo inesperadamente porque, reflitam comigo, alguém espera ficar doente? No fundo do coração, lá no fundo, alguém  realmente conta com isso? Em sã consciência diz para si mesmo, bem racional, “hoje vou deixar as coisas em ordem, encaminhadas, para o caso de eu ficar doente”, ou, “vou ficar preparado para a possibilidade de que eu possa adoecer”. Acorda e avisa à família no café da manhã: “não se esqueçam de que eu posso ter alguma coisa de uma hora para outra”. Em sã consciência, alguém age assim?

Bem, se age está, seguramente, doente, mas, de outra maneira:- está precisando de psicoterapia.
Sabemos que todo mundo pode adoecer de repente uma vez que a maioria das doenças, principalmente as mais graves, não manda aviso prévio. Qualquer pessoa, por mais que se cuide, que esteja em dia com as revisões médicas anuais, em um simples retorno, ou, após sentir uma dor repentina, pode ser surpreendido com um diagnóstico indesejado, ouvir do médico o que jamais esperaria ouvir.  Agora, está longe de ser saudável ficar pensando nesta possibilidade assim como lidar com ela de uma maneira banal tipo “bem, doença faz parte da vida, é normal, tem que estar preparado”. Não é bem assim que funciona.

A doença faz parte da vida? Claro! Da vida do outro, não da própria vida! É assim que funciona. Ninguém pensa que pode acontecer consigo. Por isso, quando uma pessoa adoece, ela passa pelas fases que envolvem negação, raiva, barganha e depressão e é aí, quando chega nesta fase, que a coisa pega porque depressão é uma tristeza e ninguém gosta de lidar com tristeza.

É mais fácil lidar com negação e raiva até porque os familiares e amigos se encontram na mesma situação de não querer encarar o que está acontecendo, ou de sentir que é uma injustiça da vida aquilo estar acontecendo. Os “por quês” têm um eco coletivo e barganhar também, principalmente quando se tem a religião fortemente enraizada. É a hora das promessas, das correntes de oração. Por isso, na fase da depressão é comum o paciente sentir-se sozinho, incompreendido justamente quando ele mais precisa de um colo que o acolha e sustente, que lhe devolva o chão que ele perdeu. Ele vive a tristeza pelo que está passando na pele, se fragiliza e chora porque bate medo, bate insegurança, está assustado, mas ouve que tem que ser forte e não chorar.

O meio ambiente não aguenta não é por ser frio. Pelo contrário; não aguenta porque o sofrimento é geral. A negação toma a frente e todos cobram do paciente que ele reaja. Isso é errado? Não, não é errado o fato de que ninguém quer ver quem ama doente. É humanamente cabível desejar que quem amamos esteja sempre bem. O que acontece é que, de repente, pode não ser assim e, aí, é preciso que tenhamos um pouco mais de conhecimento quanto ao que se passa com quem adoeceu. Afinal, é ele o paciente. Os familiares e amigos de uma certa forma adoecem juntos, mas, não são o paciente. São coadjuvantes. Quem está doente é que precisa ser cuidado e priorizado em seus direitos de sentir isso ou aquilo.

Deprimir é um direito porque ficar triste por estar doente é um direito. Cristalizar a fase da negação ligando o automático “superar, vencer, sair dessa” não é recomendável. Tem a hora certa para isso e, seguramente, não é nos primeiros tempos.

O paciente precisa viver seu processo depressivo e depois, então, entrar na fase de aceitação a partir da qual ganhará fôlego para lidar com a doença.
Conforme eu escrevi no segundo artigo: Mesmo sendo a fase mais difícil, mais pesada, a depressão é necessária porque, se ela for bem tolerada e assumida por nós e pelos que nos circundam, conseguiremos chegar à tão almejada fase de aceitação. Tão almejada, pois é a partir dela que nós conseguiremos retomar as rédeas de nossa vida, esteja ela do jeito que estiver.

Agora, o tempo para isso deve ser o do paciente, só dele, por mais difícil que seja acompanhá-lo em sua jornada de reestruturação. Até que suas condições para a luta se restabeleçam, nós, do lado de fora, sem negar, podemos, sim, alimentar a esperança de que tudo acabe bem.

A todos vocês, pessoas conhecidas e que não conheço, que se encontram neste momento com alguma doença, fiquem com o meu carinho e, sem nenhuma negação, com minha torcida para que tudo passe.

Vivam seus medos, seus sustos, suas decepções com todo o direito que vocês têm a isso mas acreditem que, após a tempestade, vem a bonança.
Dias melhores hão de aguardar vocês no horizonte de suas caixinhas de surpresa.

A tempestade da noite passada coroou com uma paz dourada esta manhã. (Tagore).

Até a próxima

Gláucia Telles Sales  <---extraído DAQUI

sábado, 21 de maio de 2011

I Believe I Can Fly




Há 25 anos, surgia no Harlem, bairro de Nova York, um coral composto por negros que, por meio da música gospel, desejava cantar os ideais de Martin Luther King Jr. Assim, começa a trajetória do Harlem Gospel Choir, que se apresentou ontem em Brasília. 


“Nossos princípios são os mesmo de King. Tentamos espalhar esperança, amor e paz. Trabalhamos para construir um mundo melhor" diz Anna Bailey, participante do grupo, irmã do fundador e uma das entusiastas das ideias do ícone da luta dos direitos civis dos negros americanos. 


Todas essas mensagens são repassadas pela voz e a energia marcante da black music. O repertório do grupo inclui uma mistura de canções de coral tradicional com composições contemporâneas, sobretudo do mundo pop, abusando do suingue da black music norte-americana e apostando em uma animada mistura entre rhythm and blues, funk, soul e pop. 


Michael Jackson ocupa um lugar de destaque no repertório do HGC. Além da qualidade das gravações do rei do pop, Allen era amigo pessoal do cantor - eles se conheceram ainda na época do Jackson Five. O grupo cantou durante o funeral do popstar em 2009. O coral interpreta as canções mais famosas dele, adaptadas ao estilo gospel. Além de Michael Jackson, outros nomes importantes da música negra influenciam o trabalho do HGC. 


Cantores, cantoras e artistas como Aretha Franklin, Lionel Rietche e Kirk Franklin, são interpretados pelo coral. Com tantas referências de qualidade, o grupo construiu uma imagem positiva, sendo apontado como um dos mais representativos da black music contemporânea. Personalidades como Nelson Mandela, João Paulo II, Michael Jackson, Barack Obama, Paul McCartney, Bono Vox e Elton John, já escutaram o som dos coralistas.


segunda-feira, 18 de abril de 2011

Toinho do Quinteto



Luiz Gonzaga levou a música lá do seu pé de serra para as grandes capitais do Brasil. Seu QG era entre o Rio e São Paulo, mas foi expulso pelos acordes dissonantes da Bossa Nova e pelo iê-iê-iê da Jovem Guarda. O baião, no entanto, não morreu e foi reintegrado à MPB graças aos baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil. Duas outras pessoas também foram extremamente importantes para a “ressurreição” do forró como um todo: o sanfoneiro Dominguinhos e o contrabaixista Toinho Alves, responsável pela criação do notável conjunto chamado Quinteto Violado.

Antonio Alves, o Toinho, era conterrâneo de Dominguinhos, ambos nascidos em Garanhuns/PE. Toinho aprendeu a cantar com os monges beneditinos e só depois de formado em Engenharia Química pela UFPE e de ter exercido a profissão, tomou gosto de vez pela música a ponto de largar seu antigo ofício. Em 1971, juntamente com Sando (flauta), Fernando Filizola (viola sertaneja), Luciano Pimentel (percussão) e Marcelo Melo (violão), fundaram o famoso quinteto.

Era a música nordestina com novos arranjos e executada por um conjunto que aparentemente abolia a sanfona (instrumento maldito para muitos), elevando-a para um nível de maior sofisticação. Além das composições próprias, o Quinteto ainda recriou a música de Luiz Gonzaga conseguindo levá-la para platéias muito exigentes do Brasil e do exterior.Os arranjos feitos por Toinho Alves para a música Asa Branca (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira), regravada no primeiro LP do grupo, lançado em 1972, lhe deram uma nova e belíssima vestimenta que renderam ao Quinteto o reconhecimento e os aplausos da crítica especializada de todos os cantos do País, notadamente do exigente eixo Rio de Janeiro - São Paulo.

Após trinta e sete anos de estrada, a formação do Quinteto já não era a mesma. Morrera o baterista Luciano Pimentel e se desligaram do grupo o flautista Sando e o violeiro e sanfoneiro Fernando Filizola. Aí o conjunto ganhou novo estilo com a introdução do tecladista Dudu Alves, filho de Toinho Alves, mais o flautista Ciano Alves, sobrinho de Toinho, e Roberto Medeiros na percussão. Continuava em atividade, porém sem aquele mesmo brilho dos anos setenta porque estavam ausentes a viola e os componentes da formação original.

Na manhã de 29/5/08, Toinho Alves, que gozava de relativa saúde (diabetes sob controle), foi encontrado morto pelo filho único Dudu, no seu apartamento em Piedade – Jaboatão dos Guararapes, região metropolitana do Recife. Estava sereno dentro de uma rede e o rádio que ouvia ainda continuava ligado. Tinha 64 anos e morava só, quem sabe se pra poder morrer em paz. Como coordenador do Quinteto estava cuidando da agenda junina do conjunto para aquele ano. Dizem que um jogo do Sport, time para quem torcia apaixonadamente e que naquele ano sagrou-se campeão da Copa Brasil, o matou de emoção.

Apesar de não ser o vocalista do grupo, muitas vezes Toinho Alves emprestava a sua bela voz em apresentações e gravações musicais. E uma das músicas mais bonitas de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira - "Juazeiro" - ganhou interpretação definitiva na voz cortante de Toinho, acompanhado do belo instrumental do Quinteto, auxiliado pela magistral sanfona de Sivuca com quem dividiu os arranjos. "Juazeiro" tem uma das mais tocantes melodias de Gonzaga para a qual o advogado, poeta e músico Humberto Teixeira colocou uma letra primorosa. Fala do primeiro amor do Rei do Baião pela filha de um fazendeiro de Exu (PE) que era contrário ao romance e o proibira. Mesmo assim a moça apelidada de Nazinha dava um jeito de se encontrar com Luiz à sombra de um juazeiro nas tardes quentes nordestinas. Foi a segunda música da dupla e uma das que até hoje são muito relembradas.

Na época com 17 anos, Gonzaga “peitou” o pai da moça, levou uma surra dos pais, fugiu pra Fortaleza e ingressou nas fileiras do Exército brasileiro onde passou nove anos como soldado corneteiro. Ganhou em Minas Gerais, onde também serviu, o apelido de “bico de aço” porque dizem que além de tirar notas impressionantes do seu instrumento, o sopro de Luiz Gonzaga se fazia ouvir por todo o batalhão, principalmente quando tocava o toque de silêncio. Mas o toque que ele gostava mais era o do rancho (chamado pra comida), pois sempre pegava arrego no cassino dos oficiais onde o rango era melhor. Gonzaga sempre foi um malandro sertanejo! Da saudade dessa moça veio a inspiração pra melodia de Juazeiro (que a própria família reivindicou tempos depois os direitos autorais pra Januário), cuja letra ficou da maneira que Gonzaga queria, mas não tinha capacidade de fazer. É um baião sofrido, uma canção de amor à maneira nordestina. Foge daquela temática de seca e sofrimento.

Com esse canto de dor de Toinho Alves, fica registrada a nossa modesta homenagem a esse magnífico músico, cantor, compositor, poeta, arranjador e produtor musical, que será sempre lembrado como um dos mais importantes nomes da música popular brasileira.

FONTE (Negritos meus - RF)
Essa postagem de hoje foi devido à forte lembrança que me veio ao coração ao visitar o RECORTES.


sábado, 9 de abril de 2011

Religioso ou discípulo de Jesus?



"O Evangelho só está crescendo se está dando fruto na vida de alguém. Se não gerar conversão genuína, misericórdia, graça, um novo caminho, só tem templo cheio".

Pesquei lá no SUSTO DE AMOR

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O Nariz


Era um dentista, respeitadíssimo. Com seus quarenta e poucos anos, uma filha quase na faculdade. Um homem sério, sóbrio, sem opiniões surpreendentes mas uma sólida reputação como profissional e cidadão. Um dia, apareceu em casa com um nariz postiço. Passado o susto, a mulher e a filha sorriram com fingida tolerância. Era um daqueles narizes de borracha com óculos de aros pretos, sobrancelhas e bigodes que fazem a pessoa ficar parecida com o Groucho Marx. Mas o nosso dentista não estava imitando o Groucho Marx. Sentou-se à mesa do almoço – sempre almoçava em casa – com a retidão costumeira, quieto e algo distraído. Mas com um nariz postiço.

- O que é isso? – perguntou a mulher depois da salada, sorrindo menos.

- Isso o quê?

- Esse nariz.

- Ah. Vi numa vitrina, entrei e comprei.

- Logo você, papai…

Depois do almoço, ele foi recostar-se no sofá da sala, como fazia todos os dias. A mulher impacientou-se.

- Tire esse negócio.

- Por quê?

- Brincadeira tem hora.

- Mas isto não é brincadeira.

Sesteou com o nariz de borracha para o alto. Depois de meia hora, levantou-se e dirigiu-se para a porta. A mulher o interpelou.

- Aonde é que você vai?

- Como, aonde é que eu vou? Vou voltar para o consultório.

- Mas com esse nariz?

- Eu não compreendo você – disse ele, olhando-a com censura através dos aros sem lentes. – Se fosse uma gravata nova você não diria nada. Só porque é um nariz…

- Pense nos vizinhos. Pense nos cliente.

Os clientes, realmente, não compreenderam o nariz de borracha. Deram risadas (“Logo o senhor, doutor…”) fizeram perguntas, mas terminaram a consulta intrigados e saíram do consultório com dúvidas.

- Ele enlouqueceu?

- Não sei – respondia a recepcionista, que trabalhava com ele há 15 anos. – Nunca vi ele assim. Naquela noite ele tomou seu chuveiro, como fazia sempre antes de dormir. Depois vestiu o pijama e o nariz postiço e foi se deitar.

- Você vai usar esse nariz na cama? – perguntou a mulher.

- Vou. Aliás, não vou mais tirar esse nariz.

- Mas, por quê?

- Por quê não?

Dormiu logo. A mulher passou metade da noite olhando para o nariz de borracha. De madrugada começou a chorar baixinho. Ele enlouquecera. Era isto. Tudo estava acabado. Uma carreira brilhante, uma reputação, um nome, uma família perfeita, tudo trocado por um nariz postiço.

- Papai…

- Sim, minha filha.

- Podemos conversar?

- Claro que podemos.

- É sobre esse nariz…

- O meu nariz outra vez? Mas vocês só pensam nisso?

- Papai, como é que nós não vamos pensar? De uma hora para outra um homem como você resolve andar de nariz postiço e não quer que ninguém note?

- O nariz é meu e vou continuar a usar.

- Mas, por que, papai? Você não se dá conta de que se transformou no palhaço do prédio? Eu não posso mais encarar os vizinhos, de vergonha. A mamãe não tem mais vida social.

- Não tem porque não quer…

- Como é que ela vai sair na rua com um homem de nariz postiço?

- Mas não sou “um homem”. Sou eu. O marido dela. O seu pai. Continuo o mesmo homem. Um nariz de borracha não faz nenhuma diferença.

- Se não faz nenhuma diferença, então por que usar?

- Se não faz diferença, porque não usar?

- Mas, mas…

- Minha filha…

- Chega! Não quero mais conversar. Você não é mais meu pai!

A mulher e a filha saíram de casa. Ele perdeu todos os clientes. A recepcionista, que trabalhava com ele há 15 anos, pediu demissão. Não sabia o que esperar de um homem que usava nariz postiço. Evitava aproximar-se dele. Mandou o pedido de demissão pelo correio. Os amigos mais chegados, numa última tentativa de salvar sua reputação, o convenceram a consultar um psiquiatra.

- Você vai concordar – disse o psiquiatra, depois de concluir que não havia nada de errado com ele – que seu comportamento é um pouco estranho

- Estranho é o comportamento dos outros! – disse ele. – Eu continuo o mesmo. Noventa e dois por cento de meu corpo continua o que era antes. Não mudei a maneira de vestir, nem de pensar, nem de me comportar, Continuo sendo um ótimo dentista, um bom marido, bom pai, contribuinte, sócio do Fluminense, tudo como era antes.

- Mas as pessoas repudiam todo o resto por causa deste nariz. Um simples nariz de borracha. Quer dizer que eu não sou eu, eu sou o meu nariz?

- É… – disse o psiquiatra. – Talvez você tenha razão…

O que é que você acha, leitor? Ele tem razão? Seja como for, não se entregou. Continua a usar nariz postiço. Porque agora não é mais uma questão de nariz. Agora é uma questão de princípios.

Este  (rss) texto é de Luís Fernando Veríssimo :)

Copiei DAQUI (Negritos meus- RF)


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Rock Me Baby





Aprecie sem moderação...


E bom domingo!


R.

(Em homenagem ao René, o aniversariante do dia, que também é amante do BLUES. Detalhe: se ligue só no som, esqueça a letra  rsss)

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

LIVRE, para ser e viver NELE!


Assistir Caio Fábio falar sobre batismo, me fez pensar em todos os rituais cristãos que fui submetida durante minha infância e adolescência. Batismo com poucos meses de vida na igreja católica, aulas de catequese nas manhãs ensolaradas de sábado, enquanto minhas amiguinhas brincavam na rua de terra, crisma no início da minha adolescência quando o que mais queria era curtir algumas horas de nada.

Mas, felizmente os anos passam e ganhamos autorização para escolher o que queremos, no que acreditamos e com quais sacramentos e rituais queremos comungar. Fiz a opção de romper com tudo que me direcionasse ou me obrigasse a seguir regras absurdas para pertencer a um grupo religioso. Conclusão, tinha as noites de sábado e manhãs de domingo para ser livre. Explicarei porque me sinto livre desde então.

Segundo o dicionário Aurélio da língua portuguesa, batismo significa “admissão solene no grêmio de uma religião ou seita; iniciação”, já o dicionário Houaiss descreve o batismo como “um rito de passagem, feito normalmente com água sobre o iniciado através da imersão, efusão ou aspersão”.
Pois bem, como poderia estar pronta para ser admitida em qualquer religião, ceita ou doutrina ou ser submetida a um rito de passagem com poucos meses de vida?

Poderia ter buscado essa admissão ou passagem na fase adulta, mas sempre questionei qual era o sentido destes momentos, que significado teriam em minha vida? Nunca encontrei resposta satisfatória ou que me deixasse empolgada o bastante para aceitar o pacote que viria depois destes rituais oferecidos aos montes nas centenas de igrejas e templos que encontramos espalhados oferecendo salvação e redenção.

Sempre me apavorou o depois, pois cansei de ver amigas convertidas a alguma religião que de fato as transformaram, ou melhor que conseguiram a proeza de as fazer desertarem suas ideias, utopias e ideologias e abandonarem suas personalidades. Fiquei sem minhas amigas de infância, mas passei longe da possíbilidade de sofrer qualquer espécie de transfugação. Portanto, me senti livre, fui livre desde então e continuo disponível para tudo que julgar necessário ou importante para minha vida ou daqueles que me são preciosos.

Posso concordar com Jesus e seus ensinamentos sem estar presa ou vinculada a algum tipo de devoção ao que foi instituído por homens como prioritário para minha iniciação ao Evangelho.

Não preciso que ninguém derrame água ou óleo sobre minha cabeça ou corpo para que possa beber ou me lambuzar da Palavra. Basta ir até a cozinha da minha casa, pegar um pouco de água filtrada, passar em minha fronte e dizer à minha alma que aceito Jesus como meu Deus, meu Senhor e meu Pai.

Aceitar Jesus e concordar com Ele em todos os sentidos de nossas vidas é infinitamente mais díficil e complexo do que deixar que alguém derrame líquido em você e te diga que daquele instante em diante você vive com Jesus e como ele e que está apto a conhecê-lo.

É mais fácil, menos custoso e doloroso aceitar o instituído pela igreja ou templo do que buscar a inalcansável tarefa de aceitar e concordar com Jesus em plenitude. Afinal, vasculhar a alma em busca de suas mazelas e verdades dói e provoca uma revolução sem volta. Então ouvir de alguém que você está salvo e livre de todos seus pecados originais e cometidos oferece falsa sensação de alívio e libertação. Prefiro a dor da coragem!


(Negritos meus - RF)



Clique AQUI para ver o video citado.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Suave Veneno





Irmãos, Coragem!

Hoje vou escrever sobre um assunto sério num determinado país da América, mais precisamente a Terra Nostra. Talvez este texto gere um tititi aqui e acolá, mas isso não seria o fim do mundo e nem inédito nesse blog.

As novelas fazem sucesso no Brasil, podemos dizer que é uma verdadeira passione nacional. Algumas são mulheres apaixonadas e muitos homens até acham que vale a pena ver de novo.

Segundo os autores a dramaturgia brasileira retrata as páginas da vida, não sei se é bem isso, pois vejo que os retratos pintados nas novelas não são fiéis à realidade vivida pela maioria dos consumidores desse tipo de produto televisivo, geralmente a massa pobre e sofrida que parece bicho do mato e que compõe a sociedade brasileira.

Na ficção as mesas das refeições das novelas são sempre fartas, na realidade milhões de brasileiros não tem sequer o que pôr na sua mesa e viver a vida de modo decente.

Na ficção tem muita cabocla que não trabalha e tudo possui, mas na realidade isso é um desejo proibido para os milhões de brasileiros que trabalham duro e muitas vezes não ganham o mínimo para viver com dignidade.

Outra justificativa bastante difundida é que as telenovelas abordam tabus que ajudam a sociedade desses tempos modernos a superá-los.

Mas estou escrevendo este texto para que você não seja a próxima vítima. Pois as novelas usam da fama e beleza das celebridades para fazer você acreditar que vale tudo para ser a favorita.

Quando se fala em novela, no Brasil, a Globo é uma verdadeira cama de gato, embora, contraditoriamente, as histórias sejam belíssimas, além do seu elenco global ser beleza pura. Também tem a emissora evangélica Record com sua dramaturgia mutante que não evoluiu, é cópia da Globo, ou seja: para o bispo Edir f*#@#-se  os valores éticos, morais ou bíblicos, o que vale é que um negócio da China.

Suave veneno, de segunda a sábado, é servido aos expectadores, de dose em dose alguns caminham para a morte espiritual, pois, se envolvem de corpo e alma com as novelas e seus personagens, aliás, ter duas caras agora é normal.

Cometer adultério também é normal, mesmo que isso corte laços de família. E mais: não sei se concordam comigo, mas incentivar as pessoas a se entregarem à força de um desejo pecaminoso isso é coisa do anjo mau que nos ilude afirmando que é um verdadeiro paraíso tropical.

Não filtrar aquilo que assistimos nas novelas é enfiar o pé na jaca, afinal, a vida não é uma eterna magia. O fim do mundo vem e que Deus nos acuda, porque quando não ficar pedra sobre pedra não vamos querer estar aqui se estivermos vivendo de acordo com os valores novelísticos.

As novelas apresentam muitas meias verdades, e uma meia verdade é uma mentira inteira.

Ao invés de sair bebendo desse suave veneno que pode matar, você pode beber da água “pura e cristalina” lendo a Bíblia, a cada capítulo você estará mais fortalecido contra a ilusão de que a vida é uma eterna magia e que vale tudo.

Nota: quaisquer semelhanças dos itens destacados nesse texto com as novelas da Globo não são meras coincidências.

Adaptado <---

Novela?! Não sou contra nem a favor, muito pelo contrário.RF