"NÃO EXISTE NENHUM LUGAR DE CULTO FORA DO AMOR AO PRÓXIMO"

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quarta-feira, 9 de março de 2011

Isso pode, aquilo não pode...



Se seu interesse é em Deus, em Jesus e na Vida Eterna, então, é vida que você quer.

E se é vida que você deseja ter, então, é de vida que você tem que se ocupar. Assim, não falamos de normas de homens, mas apenas do que Deus chama vida para o homem.

Você pode o que você quiser, devendo apenas se perguntar: Que bem isso me faz?

Ou ainda: Isso que eu gosto tanto pode fazer mal a alguém que não tem o mesmo entendimento que eu?

Ou também: Esse sexo sem amor e sem significado que eu gostaria tanto de fazer por fazer, porque eu gosto, de fato realiza o quê de bom em mim e na pessoa da qual me sirvo?

Você não “magoa a Cristo” quando faz qualquer das coisas acima. Jesus não faz beicinho. Ele já nasceu Deus. Crescido. E mais: Ele não é tolinho e nem escandalizável. Ele aguenta tudo. Ele é amor. O amor é invencível.

Você faz mal a você mesmo, ao seu futuro, e, sobretudo, ao seu dia de hoje, no qual são forjadas e reforçadas as suas fibras de ser. Entretanto, você só se fará mal se fizer mal a si mesmo no fazer e usar tais coisas.

Fumar você pode; e pode fumando ir para o céu. Mas e daí? A porcaria do cigarro faz mal aqui, já, no dia de hoje, e, com certeza, fará mais mal ainda amanhã. Portanto, o que há de bom em voltar para ele se você pode estar já livre dele para sempre?

O problema não é o céu, é a terra, é o pulmão, o coração, a circulação, a vitalidade física e sexual. Sem falar no tempo gasto, no dinheiro e também no condicionamento psicológico e físico que o cigarro produz.

Beber? Ora, beba. Mas não se embriague. Beba, mas não dirija. Beba, mas esteja sempre sóbrio e lúcido. Beba, mas não seja bebido pela bebida. O maior sinal de que a bebida bebe a pessoa é quando a pessoa passa a ter que beber todos os dias, ainda que não se embriague.

Quando o indivíduo se jacta de não se embriagar embora beba todos os dias, é porque a bebida já o bebeu e ele não sentiu ainda. Mas logo sentirá pelas mudanças súbitas de humor, ao ponto de que ficará cada vez mais bem-humorado quando beber, e, por isto, beberá mais.

Música secular? O que é isso? Deve ser coisa de crente! Ora, ouça boas músicas. Apenas isto. E tome cuidado com uma tal de “música Gospel” que tem por aí, pois, em geral, faz muito mal aos crentes, embora muitos não saibam disso.

Sexo? Deus diz que sexo é bom. Foi Ele que fez. Portanto, o que há de errado com o sexo, exceto com o que o homem fez dele? Sexo é coisa tão boa que não deve ser feita de modo tão ruim e sem significado. Sexo sem significado, promovido apenas pela avidez que tem sua fonte na insegurança dos seres aflitos por afirmação pela via genital, faz muito mal à alma. Sexo deve ser o resultado de um encontro que gerou um significado profético no amor: ambos, homem e mulher, olham para frente e imaginam o quão melhor a vida seria se ambos fizessem de suas existências individuais uma vida só para os dois.

Quando a consciência é essa, e ambos são responsáveis o suficiente para tomarem tal decisão, então, o sexo é apenas a continuidade simples e natural. Assim, acaba a questão de transar antes ou depois de casar, pois, em tal caso, tendo a consciência que acima descrevi, somente quem é casado transa, posto que a transa é o rito mais essencial de todo verdadeiro casamento. Quando se tem consciência do significado do sexo ele se torna o rito supremo do casamento dos que já estão casados pelo amor consciente e responsável.

No cartório a gente faz contrato. Na “Igreja” [templo] a gente mostra os que estão “se casando”. Mas tanto no cartório quanto na “igreja” ninguém faz casamento. Aliás, ninguém tem o poder de casar a ninguém diante de Deus. Diante de Deus somente entram o homem e a mulher; e isto não é no dia da cerimônia, mas no dia em que assumem que se amam.

Agora, saiba:

Só vale fazer qualquer coisa ou deixar de fazer, se for por amor e em fé. Sem fé a gente se condena em tudo o que faz. E sem amor nada aproveita. Portanto, você e eu temos que fazer tudo com fé e amor grato.

Transar, comer, beber, namorar, casar, trabalhar, ser amigo, ser pai, mãe, filho, irmão, ou qualquer outra relação, têm que ser feitos e realizados com fé e amor; pois, sem ambos, nada é puro e aproveitável.

Afinal, Jesus disse que aquele que é Seu discípulo faz tudo com amor. Esta é a obediência aos Seus mandamentos: amar sempre.

Assim, você tem apenas que perguntar se você ama a pessoa que você pensa em usar por uma noite apenas. É amor? Ou então se é amor namorar alguém e usar outras pessoas sexualmente. Ou se é amor beber até cair ou falar um monte de bobagens. Ou se é amor fazer qualquer coisa que possa deixar a você mesmo mal e outros infelizes.

Quanto a se dever frequentar uma igreja, a resposta é: não, necessariamente. Você deve ser parte da Igreja, e você já é porque crê em Jesus. Assim, você deve congregar-se em algum lugar no qual você seja de fato edificado na fé e no entendimento do Evangelho. Mas frequentar de modo mágico, como se não indo a desgraça fosse chegar, não, mil vezes não!

Tudo em Jesus tem a ver com vida. Se a frequência a algum grupo lhe traz graça e vida em Jesus, ajudando você a crescer em fé, amor e entendimento espiritual, então, frequente um lugar que seja assim.

Deus deseja levar você às coisas excelentes, e não às medíocres. Busque entender a razão de seu chamado em Cristo, pois você não foi chamado para não fazer, e sim para ser.

Texto Adaptado. <--- dê clique AQUI

22 comentários:

João Carlos disse...

Bispa bispa... você tocou em alguns assuntos deliciosos de se debater!!! Prepara os cornos que vai vir chumbo!

Eu só te digo uma coisa: Concordo em tudo que você falou (ou adaptou). Este lance do casamento então... ah, nem se fala!

Vivi isso, desta forma! Dentro de mim a certeza de que aquela pessoa era A PESSOA, certeza esta que provém da fé, do relacionamento horizontal e vertical (quem lê, entenda...) e - principalmente, do AMOR!

Valeu!

Eu <--- Jão

orvalho do ceu disse...

Olá, querida
Muita controvérsia e pouca sabedoria reina em nossos corações... quando A encontramos.. Hum!!! Aí sim nos tornamos compreensivos e somos muito felizes...
É tempo de oração e vigilância!!!
Bjs de paz

disse...

Bom mana, que seja feito tudo para glória de Deus. Bem aventurado o homem que não se condena naquilo que ele aprovar
(Rm 14: 22)
Bom penso assim:
Interpreto da seguinte forma:
Acredito que é muito de intimidade tua e de Deus. A partir do momento que você tem intimidade com o Pai, você consegue entender cada Palavra que Ele tem pra sua vida. A gente passa a compreender a vontade de Deus para nós de forma muito mais clara e também a obedecê-lo.
Gosto muito deste versículo por isso postei. Este versículo sempre interpretei como sendo a atitude minha, em meus atos normais, minha vida cotidiana, em dar um bom testemunho da Palavra de Deus. Se tal ato é aprovado por mim, eu não devo me condenar nele.
Se considero tal ato limpo, puro, passível de ser realizado por mim, então devo ter a mente e o coração tranquilo que não estou pecando diante de Deus.
Até porque, a continuação deste texto diz: 23 - "Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque o que faz não provém da fé; e tudo o que não provém da fé é pecado. "
Logo, pela continuidade do versículo, entendemos que se temos dúvidas quanto aquilo que aprovamos em nossos atos, então estamos pecando, estamos condenados.
Assim, aconselho sempre em todos os atos pensarmos em como Jesus, o Mestre dos mestres, agiria. Se assim pudermos fazer em todas as situações de nossas vidas, dificilmente teremos duvidas, se pode ou não pode. Bjs!

Wendel Bernardes disse...

Então Rezinha, o que dizer?
Assino em baixo de tudo o que postastes, viu?

Nossa jactância, religiosidade, ranço têm-nos feito entender um Deus na via errada da contramão do Deus!

Estamos invertendo papais e vivendo vidas sem sabores, enjauladas, loucas e ainda baseamos nossas loucuras 'nas escrituras'...

Bom texto de se ler, boa vida pra se viver...

No Amor,
W. (adotei, viu?)

Regina Farias disse...

Gente querida,

Eu postei esse texto para que possamos refletir sobre o que realmente importa a Deus e que está relacionado com as PERVERSÕES DO CORAÇÃO e nunca com performances e exterioridades.

Observem que a carta aos romanos, citada pela amiga Rô, foi escrita aos novos convertidos de uma igreja que era formada tanto por judeus como por gentios, por isso, sabiamente, Paulo buscava promover a unidade e resolver conflitos culturais, MAS sempre focado na vida, morte e ressurreição de Cristo.

É tanto, que o tema central da carta em questão, é que a justiça é recebida como um dom de Deus. E não, alcançada por obras da Lei.

É nessa carta onde ele faz clara explicação que "a salvação vem pela graça POR MEIO DA FÉ", que o Deus que justifica o "circunciso" -MEDIANTE A FÉ - é o mesmo Deus que justifica o "incircunciso".

Incrível como isso é super atual...

Recomendo a leitura do texto de hoje da DRI, que, por um acaso que é de Deus complementa de certa forma, isso que aqui estou dizendo, pois, quanto mais intimidade se tem com o Pai, mais há uma lucidez e consciência de que Ele não está interessado em nossa performance piedosa.

http://arazaodaesperanca.blogspot.com/2011/03/o-bonzinho-parte-i.html

Beijos a todos!

R.

Conexão da Graça disse...

Regina minha mana, estou feliz com a consciência equilibrada que o texto nos propõe!É bem isso mesmo.Que bom que ainda existem pessoas que pensam e que não se deixam encabrestar pela estética paranóica dos clérigos formatados no:"não toques, não proves e não manuseies".Algumas parágrafos me deram a certeza de que vale a pena dar a cara pra bater quando se tem convicções que são fruto de uma revelação de consciência gerada no evangelho da graça.

"Você não “magoa a Cristo” quando faz qualquer das coisas acima. Jesus não faz beicinho. Ele já nasceu Deus. Crescido. E mais: Ele não é tolinho e nem escandalizável. Ele aguenta tudo. Ele é amor. O amor é invencível."

"Música secular? O que é isso? Deve ser coisa de crente! Ora, ouça boas músicas. Apenas isto. E tome cuidado com uma tal de “música Gospel” que tem por aí, pois, em geral, faz muito mal aos crentes, embora muitos não saibam disso."

"Quanto a se dever frequentar uma igreja, a resposta é: não, necessariamente. Você deve ser parte da Igreja, e você já é porque crê em Jesus. Assim, você deve congregar-se em algum lugar no qual você seja de fato edificado na fé e no entendimento do Evangelho. Mas frequentar de modo mágico, como se não indo a desgraça fosse chegar, não, mil vezes não!"

Valeu!Abração, Franklin

Regina Farias disse...

O comentário que fiz lá, mas que ela ainda não moderou foi este:

Faz todo sentido!

Essas abordagens "tapa na cara" são também minha cura diária, pois nossa natureza humana tende a achar que, pelo fato de estarmos seguindo determinada linha igrejista, estamos agradando ao Pai.

Então nos agarramos à mãe-denominação e esquecemos da simplicidade do Evangelho.

Valeu pela reflexão que nos conduz a uma maturidade que é processo pra vida inteira.

bj

Rê.

Regina Farias disse...

Oi, Franklin,

Valeu pelo comentário/ complemento!
Sim, pois nesse lance de seguir normas "conforme os preceitos e doutrinas de homens" é interessante percebermos que Paulo alertava para o fato de que, aquela nova vida e a força do novo convertido vinham do "estar em Cristo" e não por estar seguindo normas ligadas à "aparência de sabedoria".

Vale ressaltar que ele começa suas cartas sempre com o apelo ao AMOR, primeiro fator de motivação na vida cristã. Pois ele bem sabia que exigência de normas e regrinhas só serviam para afastar/segregar as pessoas. Enquanto que um relacionamento genuíno com Cristo está acima de qualquer cartilha religiosa e é revelado no trato pessoal com os outros. (E é desse amor que eu falo, e não do amor adoecido que adula, que passa a mão na cabeça, que pede aplauso).

Como diz o texto, Deus é crescido e nós também precisamos crescer e parar de nos apoiarmos em muletas religiosas. E essa lucidez só acontece quando estamos dispostos a viver a liberdade em Cristo que nos conduz a uma maturidade espiritual que irá refletir na nossa vida cotidiana de maneira saudável.

Esse é o sentido dessa liberdade para mim.

Beijos,

R.

René disse...

Pôxa, Rê,

Quanta propriedade nas considerações deste texto!!! Isto é a pura essência do Evangelho, que, sendo seguida, resulta na vida abundante prometida por Jesus!!

Mensagens desse tipo se fazem necessárias, por conta daquela eterna questão da moralidade cristã! Como tem sido difícil nós compreendermos que a intimidade com o Senhor nos leva cada vez mais a vivermos intensamente todas as coisas, desde que baseados no amor e na fé.

Temos tido muita dificuldade nesta compreensão, por causa da tradição de homens que nos impõe regras baseadas em exterioridades a serem seguidas, com o fim de alcançarmos o Reino de Deus. Tais regras, já citadas por Paulo há 2000 anos, do tipo: "não toque nisso" e "não manuseie aquilo", são referentes aos 'pecados da carne', que são, verdadeiramente, maus, mas que estão longe de serem tão maus quanto os pecados da alma, os pecados espirituais, como a agressão ao próximo, a tirania, o sentimento de superioridade, a difamação, e todas as coisas deste tipo. Tais coisas são decorrentes de uma impressão de poder que nunca tivemos, na verdade, e de um ódio instalado em nossos corações! Isto é uma coisa diabólica, que é o contrário daquela pessoa na qual devo tentar me tornar, tão bem descrita no seu texto: a pessoa cheia de amor e de fé!

É muito fácil encontrarmos essas coisas negativas em pessoas moralistas, frias, pretensamente virtuosas, que vão sempre à igreja! E isto, como disse Jesus, as coloca muito mais próximas do inferno, do que as prostitutas, por exemplo. É claro que nosso Pai não quer que sejamos nem um tipo, nem outro, mas o que Ele nos deixa claro, é que a pessoa, que se reconhece no erro, está muito mais próxima dEle. E quem tem ódio no coração, não consegue discernir nem o bem, nem o mal.

Assim, como indica o texto, seja a Paz de Jesus e o Seu Amor, o árbitro em nossos corações!!!

Iiiiihhhh!!! Postei!!! Desculpe!

O&A

Casal 20 disse...

Re, está tão bem posto que não há como sair da lógica bíblica construída. Até porque, logo no início, está posto o sinal, a paráfrase bíblica: "Isso que eu gosto tanto pode fazer mal a alguém que não tem o mesmo entendimento que eu?"

Aqui é onde os que se julgam melhores, mais inteligentes, mais espirituais, mais liberais, mais intímos do Pai, ou qualquer coisa assim, aprendem a suportar os moralistas e mais fracos na fé.

Esse verso bíblico parafraseado retira qualquer agressividade e me tira do pedestal eclesiástico-denominacional, acabo lembrando que tudo posso, mas nem tudo devo. E, muitas vezes, não devo e não faço simplesmente por amar meu irmão.

Aí, esta questão toda de se deve ou não deve, antes ou depois, cai por terra na cabeça das pessoas, pois sei que este argumento, como você mesma lembrou, só é válido no contexto de convertidos. Só há o respeito pelo que o outro pensa, se o meu coração já foi transformado. Daí, levarei em consideração o meu pai, a minha mãe, o testemunho para as crianças da Igreja, etc.

Gostei muito do texto.

Abraços sempre afetuosos.

Cláudio Nunes Horácio disse...

Rê, boquiaberto, assino embaixo, vou levar lá pro susto de amor, quem sabe não assusto alguns por lá kkkk. Beijo.

Wendel Bernardes disse...

Acho que pra 'bom entendedor' meia palavra basta, o que dizer então dos pergaminhos do mar vivo do René!
(rs)

Eu acredito que sempre ira existor os que entendem a Graça, da maneira pelna e simples com a qual Cristo se identificou e nos mostrou e também os que fazem desta Graça uma mistura de vários conteúdos...
Usando de sua liberdade para ser preso a sofismas religiosos.

Devo frisar que não bebo, não fumo, não faço sexo fora de meu casamento e não costumo dar as caras nos chamados 'prazeres do mundo', mas o faço em primeiro lugar por minha causa e por Cristo.

Como bem já s disse, nessa 'bricadeira' de roleta russa, quem se dá mal é quem não é Deus, ou seja eu!

Por isso sigo caminhando sem neuras, crendo que tropeçar num destes quisitos, tenho um bom advogado, mas creio que por causa de Seu sangue, tô de boa com isso!

Beijos em todos, ok?! (ah, menos no René, no João e no Frank... oras!)

Regina Farias disse...

René,

É como você diz, precisamos mais de mensagens desse tipo, para sairmos do gueto perigoso dos "virtuosos".

Taí um comentário longo mais que urgente e necessário.
Valeu demais!!!


Fábio e Lu,

Exatamente! Na conversão genuína há esse discernimento. Como diz "Orvalho do céu", na sabedoria existe compreensão.
Muito obrigada pelo rico complemento.

Cláudio,

Eu também espero que assuste a muitos, pois essa é a ideia. Arrancar da mesmice que escraviza.
Boa sorte! :)

W.

Também sigo o caminho sem neuras, graças a Deus!
Sou ex-fumante e fico aliviada por isso, pois sei que é a maior babaquice que alguém pode fazer consigo mesma. Mas somente por isso. Aliás, nunca vi alguém que fuma como um "não salvo", não tenho esse cacife. E acho que só Deus o tem. Dizendo melhor: não acho, EU SEI.

E, parafraseando-o, eu também tenho Jesus por mim, ele pagou a dívida e a preço de sangue. Ele, que poderia perfeitamente me condenar, resolveu me justificar. Tá consumado. Simples assim.

Beijos em ti e em todos, sem exceção he he

disse...

Faço coro com Wendel que disse:
Devo frisar que não bebo, não fumo, não faço sexo fora de meu casamento e não costumo dar as caras nos chamados 'prazeres do mundo', mas o faço em primeiro lugar por minha causa e por Cristo.

Também não faço nada disso, por mim e por amor a Cristo. Até porque "Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante?" (Rm.6:1).

Bjs mana!

Regina Farias disse...

Bom, eu vejo assim, Rô:

Não fazer nada disso "por mim" é uma tomada de decisão perfeitamente plausível.

Já "por Cristo"...

O que eu entendo acerca de Evangelho é que Cristo não precisa de defesa. Como sugere o texto, Ele é bem grandinho.

Na verdade, a causa de Cristo é a nossa própria causa. A causa é nossa e Ele a advoga com soberania. E não o contrário.

Ou seja, sendo uma escolha pessoal, a partir de um novo conceito, é super saudável e lúcido tomarmos decisões no nosso cotidiano. A culpa religiosa é que nos põe em risco de parecermos mero moralistas com as nossas performances e afirmações de suposta perfeição.

Daí o "não fazer nada disso por Cristo" ser desnecessário, pois Ele não nos quer alienados/alienantes. Ele nos quer conscientes. Como diz o finalzinho do texto, ninguém é chamado para "não fazer algo" mas para SER.

Quando alcançamos esse entendimento, tudo flui naturalmente...

CARLOS HERRERA disse...

ISSO AI REGINA

IGREJA, IRMÃOS, PASTORES NÃO TEM O DIREITO DE GUIAR AS NOSSAS VIDAS!

SOMOS LIVRES EM CRISTO.

AMO OUVIR BOA MUSICA, DESDE ROCK ATÉ SALSA, ADORO UMA CARNE DE PORCO....RSSS, USO BARBA, BIGODE E CAVANHAQUE...BOINA...
NINGUEM VAI TUTELAR MINHA LIBERDADE!

DEUS ESTÁ LEVANTANDO UM POVO QUE NÃO É MASSA DE MANOBRA, QUE VIVE O EVANGELHO, SEM APRISIONAMENTOSSS
BOM FIM DE SEMANA MANINHA!

Conexão da Graça disse...

Rê, já estou abusando na intimidade!rs.Olha eu aqui de novo!Não deu pra resistir a esse tema que tem sido um dos meus preferidos pra bater de frente com os "santificados da igreja alienígena".É incrível como a estética do imáginário legalista religioso de alguns ortodoxos da moralidade (que é a perversão da moral sadia), se masturbam psicologicamente com sua jactância do "eu estou um nível acima" dessa gentalha mundana cristianizada.No texto que escrevi em meu blog "Quando uma Igreja Fica Sem Graça?" citei o seguinte:"Quando as vestimentas e os “pêlos” dos santos se caracterizam como meio de santidade, violentando a Graça e deixando absolutamente claro que a obra de Cristo na cruz não foi suficiente e perfeita, precisando assim ser melhorada com coisas do tipo: Vista isso e não aquilo, bigode pode, barba é do capeta, cabelo não se corta, perna não se rapa. Ah... me poupe!!!", ou seja pra uma galerinha aí, o "modus vivendi" que não se enquadra no esteriótipo do "EUvangélico", é demonizado como "mundano".É uma seletividade esdrúxula dos "bons mocinhos e mocinhas crentificados",que as vezes não bebem cerveja mais são viciados em coca-cola, não fumam cigarro, mas enchem o nariz de cafeína,não tomam vinho, mas se entopem de "BIG MAC INFELIZ", não transam antes do casamento como disse com propriedade o João Carlos, mas são tarados e taradas pelO "RACHO" da saia da irmãzinha e pela gravata sugestiva do "VARÃO".É uma disparidade imensa e sem noção do que se é concebido como pecado.O mais aviltante e humilhante é que alguns jogam a "batata quente" no colo de Deus:"Eu faço e não faço, provo e não provo, bebo e não bebo, toco e não toco, para a glória de Deus", como subterfúgio para legitimar seus padrões pré-conceituosos com a intenção de refutar aqueles que não fizeram a adesão a nobre causa de "evitar a aparência do mal".É isso e mais um pouco, mas paro por aqui minha mana!Um abração,Franklin.

Regina Farias disse...

Carlos,

Igualzinha a você, eu também creio que Deus está levantando um povo que não se rende a essa prisão religiosa e muitíssimo me alegra fazer parte disso.

Meu carinho.




Franklin,

Pode chegar e ficar bem à vontade. Sempre. Pois adoro seus comnetários/complementos!
Só que no final da leitura do seu comentário ficou um gostinho de "quero mais" quando você diz que "é isso e mais um pouco".:) Leitura agradável de se ler porque fala de uma incrível liberdade que só pode vir de um Pai infinitamente amoroso. Disso não canso de ler, de escrever, de falar, de viver, de transferir!

Abração pra ti também!
R.

Wendel Bernardes disse...

Putz Frank... ferrou pra mim, cara!
Eu (e uns amigos) somos viciados na tal da coca(cola...rsrsrs) e concordo plenamente com você.
Somos muitas vezes enquadrados pela palavras que Jesus disse!

Somos carrascos dos que fumam e bebem, e não vou dizer aqui que isso é liberdade ou prisão, depende de cada um... conheço fumantes escravos e fumentes 'livres' (numa liberdade bem subjetiva, já que não o deixam como fazem questão de dizer, mas deixa quieto... rsrsr)

O fato é que somos viciados em Cheddar McMelt (eu sou, caraca!), na Coca-Cola nossa de cada dia... etc, etc...
Só não endosso o café pois o único que gosto é um cafezinho com leite crente... rsrsrsrs (puxei sardinha!)

Creio que em minha liberdade, só não devo deixar a Soberania de Cristo, pois assim não se vive... se morre!

Mas quanto aos julgamentos, assino em baixo e em cima... cadê a linha?

Então,
vamos começar aqui uma corrente de libertação?
Cês oram pre eu ficar livre da Coca-Cola e do Cheddar?
Tem que fazer corrente de sete dias?

uauhahuuahuahuauauhauhauhauha

Wendel Bernardes disse...

Herrera,
boina, cavanhaque e salsa...
que coisa mais 'socialista'... viva la revolución!
rsrsrsrsrsrs

Eu tô mais pra piercing, tatoos e black street...(que o Cláudio não ouça essa parada de piercings... putz....)

Como diz Gálatas 5:1 - "Para a liberdade é que fui liberto!"

Abração hernano!

Adriana disse...

Bispa,

o que dizer?

Na listagem do "não faço" eu colocaria varios "x", mas é tolice de hedonismo as avessas que camufla minha necessidade de me sentirmos santa, separada e quem sabe querida.

Quem se sabe amada, não precisa de provas de amor.

Olha, que bom que Cristo não precisa de mim para nada, pois o fiasco seria grande, fala sério.

Fico feliz que você tenha gostado da saga do bonzinho, tudo ali é confissão. Fico a vontade para me confessar com irmãos como vocês.

varios O&A saudosos

Regina Farias disse...

Minha sacerdotisa preferida :)

Justamente! A questão nem é tanto a lista do "não faço" mas do achismo da salvação em cima dessa lista.

Ah e eu também sinto essa mesma confiança...

bj

R.