NEW YORK, NEW YORK!
'Para cada glória e revelação, tem que haver uma correspondente experiência de impotência. É daí que vem o equilíbrio da nossa salvação, da saúde do nosso caminhar e do nosso andar como discípulos de Jesus'.
"NÃO EXISTE NENHUM LUGAR DE CULTO FORA DO AMOR AO PRÓXIMO"
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Vacation...
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Bate papo...
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Discípulos de Cristo ou discípulos de cristianismo? |
Regina Farias disse...
Alan,
Fazia muito tempo que eu não queria ouvir mais certas pregações...
Então vi teu video e 'passei', deixei pra depois, mesmo sabendo de sua maravilhosa fase de transformação, mesmo com o título do mesmo me chamando a ler.
Então via a chamada no meu próprio blog me atraindo e resolvi que hoje eu iria assistir. Se bem que vim ao computador para ver outras coisas, confesso. Mas aí fui atraída imediatamente ao que havia dito 'domingo eu vejo'.
Dou graças a Deus por ver que ainda há pastores que se deixam quebrantar e, assim, vamos nos quebrantando também.
Obrigada!
R.
Não posso deixar de comentar seu comentário, especialmente porque você está sempre nos enriquecendo com suas observações e eu raramente escrevo em seu blog (como também nos demais). Quero lhe agradecer por todo o carinho e lhe dizer também que seus comentários são um incentivo para que eu continue escrevendo e, nesse caso, também pregando. Como eu disse na mensagem, estou passando por um momento de auto-crítica, sendo confrontado comigo mesmo por meio do evangelho. Peço que me ajude em oração, a fim de que eu diminua e possa permitir que o Cristo que habita em cada um de nós tenha plena liberdade para continuar me usando na Palavra e, principalmente, nas obras de amor.
Deus lhe abençoe cada dia mais!
Está lá no meu blog e vou colocar no FB tb porque precisamos voltar ao primeiro amor urgente. Estamos muito mecanizados, robotizados, egoistas, individualistas.
E fique à vontade, eu não venho aqui para que vc vá lá. Não é uma troca mecânica e vc sabe disso. Se bem que em algumas vezes em peço socorro de algum 'guru' rsss da minha confiança como vc, René, W, J.C. Cláudio... Mas para complementar alguma coisa que eu não saiba expressar tão bem como vcs. Mas sem pressa e sem pressão.
Quanto ao constante processo no caminho que nos submetemos a ser moldados, veja você que quanto mais nos flagramos confrontados em nós mesmos, mais Deus nos abençoa e nos usa para abençoar a outros.
Isso é simplesmente maravilhoso!
Oremos, então!
Também recorro a nossos irmãos "gurus" que você mencionou. Há poucos meses, por exemplo, fui pessoalmente conversar com nosso amigo René, que pacientemente escutou acerca de minhas inquietações e conflitos interiores. Voltei de lá muito mais leve e encorajado a seguir em frente.
Mas, desde que li seu último comentário, fiquei incomodado por você não saber ainda o quanto sua vida foi importante para o meu amadurecimento espiritual. Tudo começou com um comentário estúpido que eu fiz em um artigo da Rô e que você repreendeu com extrema simplicidade e dureza. Aquilo falou forte comigo porque, lá no fundo, eu sabia que você estava certa. Foi quando eu comecei a ler seu blog, o que ajudou a acelerar meu despertamento espiritual.
Por isso, sinto-me no dever de lhe dizer que você também é um de nossos "gurus", que nos ajudam a enxergar o caminho quando as trevas tentam nos fazer desviar da verdade e do amor.
Agradeço muito a Deus por sua vida e pelo privilégio de compartilharmos nossas experiências com Cristo.
Deus continue lhe abençoando cada dia mais!
Despida de qualquer vaidade, esse seu depoimento enche o meu coração de alegria, simplesmente por confirmar o que eu vi em você desde o início: uma pessoa sábia! (Embora não tenha percebido essa repreensão rss Acho que é o hábito, desde bem menina, de ser professora. Aos treze anos de idade já monitorava em sala de aula na escola dos meus pais).
Fico mais feliz ainda porque, graças a Deus você soube assimilar, pois infelizmente, muitos que se deparam com esse meu jeito assim direto, se ofendem e levam para o lado pessoal.
Isso tudo só me faz admirá-lo mais ainda e louvar a Deus por sua vida, pois que você tem o dom de 'ser pastor', verdadeiramente. E quantas almas precisam de suas palavras tão sinceras e pautadas no Evangelho puro e simples.
Deus o ilumine cada vez mais!!!
R.
domingo, 2 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
Apriscos e gentios dos dias atuais...
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'No essencial: unidade. no não essencial: liberdade. em todas as coisas: caridade'. |
Comentário de Fabiano na postagem COEXISTIR
'O outro aprisco que Jesus disse não seria os gentios? Não
acredito que um seguidor de Buda, Maomé, Kardec, etc. estejam sendo conduzidos
por Cristo. Macro ecumenismo que muitos defendem (não estou dizendo que é o seu
caso) é no mínimo incoerente com o que afirmam crer. PS: Claro que devemos
coexistir com respeito, não sou fundamentalista. Nosso inimigo é outro'.
.......
Tudo bem, os não judeus da bíblia
eram os gentios. Mas... E quem seriam os gentios
atuais?
Eu não queria me estender, mas
antevejo isso. Afinal sou irremediavelmente prolixa.
A ideia da postagem é para que a
gente possa abrir a mente e refletir sobre nossa suposta superioridade
espiritual. É esse pedantismo, essa pretensão, essa boçalidade nojenta que eu
repudio. E, para quebrar esse paradigma meramente religioso precisamos rever urgentemente nossos conceitos e
ler os Evangelhos TOTALMENTE despidos do denominacionismo.
Coexistir não significa rezar a
mesma cartilha, ajoelhar-se diante dos mais variados deuses e prestar-lhes
culto ritualístico e cerimonioso. Não é isso! Trata-se do culto no chão da
existência; da vida prática onde se é unido pelo amor sem fronteiras. Ora, o amor de
Cristo não é um pacote de crenças. Isso é religião. Religião segrega. Coloca
muros. O amor une as pessoas. O sentido de coexistir nem mesmo é 'macro'! É amplo e irrestrito e está muito acima das
religiões, crenças, cerimônias, rituais, preferências e discordâncias.
E se for para seguirmos o que
disse e fez Jesus, não há outra alternativa senão nos unirmos a todos em amor.
Mas um amor sincero, prático, sem demagogia, sem subserviência ou superioridade velada.
‘Engraçado’ que tem
denominacionais que defendem com unhas e dentes algumas normas que Paulo
estabeleceu dentro daquele contexto, mas fazem vista grossa para o que ele mesmo
disse acerca do amor universal. Utilizam de forma distorcida o ‘evangelho segundo
coríntios’ mas pulando o capítulo 13. Ou usando o capítulo 13 somente com os da
própria crença e a seu bel prazer. Com os das outras crenças, ainda que ditas
cristãs, eles olham com piedade, compaixão, mas tudo no sentido pejorativo,
como se estivessem acima daqueles e só eles entendessem de Deus. Isso me enoja, me dá
asco! E tão somente porque não é esse o propósito de Jesus por meio do Sacrifício da Cruz.
Observe que em seu ministério
terreno, Jesus abordou a samaritana (e outras mulheres) rompendo com TODOS os
códigos religiosos da época. Códigos estes que não eram só religiosos, era a
própria Lei! Ele transgrediu as normas! Ele ultrapassou todas as fronteiras em
nome do Seu Amor!
Observe também que em suas
parábolas ele usa, propositalmente, exemplo de pessoas boas e que não eram do 'povo
de Deus’. Ele usa um samaritano (Seria o
umbandista de hoje?) para exemplificar acerca da única lei que a Ele interessa
que cumpramos! Quem é o nosso próximo?! Perguntaria o intérprete da lei; como posso
nascer de novo, foi a pergunta nonsense de um legalista extremamente culto
que era ‘o cara’ que entendia de tudo e mais alguma coisa sobre religião; e o
que governava um povo, mas não conseguia enxergar A VERDADE À SUA FRENTE? Eles
não sabiam porque seus corações estavam petrificados, limitados e conduzidos pela
rigidez da lei sem compaixão, invalidando a palavra de Deus pelas próprias tradições, pelos próprios acréscimos. Alguma semelhança com os religiosos atuais que
usam Seu Santo Nome?
Observe ainda que Jesus ficou
maravilhado com a fé do centurião e fez questão de dizer, com muito entusiasmo, que jamais havia visto fé como aquela nem mesmo no meio do ‘povo de Deus’. E,
nesta mesma passagem, Ele faz uma declaração contundente sobre os que ‘se
assentarão à mesa’, deixando bastante claro que ‘os filhos do reino’ ficariam
de fora. Não consta que Jesus tenha chamado o centurião e cobrado dele alguma 'doutrina de fé'. Ao, contrário, o dispensa dizendo 'seja feito conforme a tua fé'.
Sinceramente, não sei como os
fundamentalistas ‘cristãos’(!?) não conseguem entender algo tão simples.
(E, claro, não estou me referindo
a você. Fabiano. Seu nome é Fabiano mesmo? Bom, não importa... Aliás, diga-se de passagem, que poucas são as pessoas que
questionam assim tão respeitosamente como vc. Geralmente levam para o lado
pessoal e se enfurecem).
Então, por que um budista, um
kardecista, ou um maometano não pode ser conduzido por Cristo? Quem
somos nós para determinar quais são aqueles que Jesus chamará de filho ou de
filha, como aquela mulher que lhe tocou as vestes? Naquela passagem não consta
seus dados pessoais. Ninguém sabia seu RG, sua procedência, seu credo. Não se
sabia nem seu nome!
Mas, saiba, apesar de tudo, muito
me alegra o desfecho do seu breve comentário. Nenhum desses que você mesmo
citou é nosso inimigo. Disse tudo. Pois o inimigo de nossas almas é quem nos
coloca contra estes. Aliás, este é o seu papel.
Só digo uma coisa muito séria.
Quem quiser ler nos evangelhos sobre o ministério de Jesus aqui na terra,
totalmente desarmado e despido das vestes religiosas que limitam e cegam,
certamente irá se deparar com algo indiscutível: que Jesus perdia o controle,
repudiava e se INDIGNAVA reagindo com veemência APENAS com os religiosos
hipócritas e sem compaixão.
Isso já é um bom começo para quem
quer rever seus pretensiosos, equivocados e ingênuos conceitos...
Quem tiver olhos para ver, veja!
RF.
O endemoninhado, a mulher e Jairo.
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É impressionante o que nos revela
Marcos 5 acerca da soberania de Cristo ante as necessidades do povo. Marcos, é,
essencialmente, um livro de ação. O início de cada tópico é assinalado, na
maioria das vezes, pela palavra ‘imediatamente’ (‘logo’ em algumas traduções)
que aparece mais em Marcos do que em qualquer outro livro do NT. Em suas narrativas, é frequente o verbo no presente, para representar o ministério do
Senhor Jesus, de uma forma dinâmica e vibrante, focando suas atividades. E não que o ensino seja menos importante, mas isso é assunto para outro texto... (Adaptado de ‘A Bíblia da
Mulher’ – SBB – Ed. Mundo Cristão).
E essa passagem dinâmica que
envolve um possesso, uma mulher determinada que O buscava pela fé e um
religioso aflito, nos revela Seu propósito eterno.
A mulher só queria tocar-lhe as
vestes e mais nada. Algo lhe dizia que isso a faria curada. Imagino sua dificuldade em
alcançar Jesus no meio daquele povo que O comprimia. Considerando ainda que,
certamente, ela sentisse medo de se aproximar das pessoas por ser impura para os conceitos daquela época. Mas, apesar de tudo, ela tinha convicção de que tudo mudaria em
sua vida quando tocasse em suas vestes. E a passagem deixa bastante claro que
seu corpo foi curado no exato momento em que tocou em Jesus. O que ela não sabia é que isso não era
suficiente para Jesus. Ele queria presentear-lhe com o ‘pacote completo’ por ter sido movida pela
fé.
Então, Ele para e pergunta:
- Quem me tocou?
Os discípulos ficaram espantados
com aquela pergunta. Afinal, em meio àquele empurra- empurra, Jesus estava sendo
constantemente tocado.
- Do que o Senhor está falando?!
Os discípulos (homens) só enxergam
a multidão. Jesus, porém, olha para cada indivíduo. Poder havia saído dele mas a
cura não havia sido completa. Ela era mais do que um corpo com hemorragia. Era
uma mulher movida pela fé. E Jesus não se moveria dali enquanto a mulher não se
aproximasse dele.
Jesus parou. Mesmo tendo um
pedido urgente para ir socorrer a filha de Jairo. A essa altura, Jairo já se
desesperava. Afinal, pela sua abordagem, não se podia dizer que ele era, exatamente, um
homem de fé. E, Jesus, dizendo: só saio daqui
quando a pessoa se apresentar.
Então, a mulher, trêmula de medo,
não viu outra alternativa, senão cair aos Seus pés e se apresentar.
E Jesus deu-lhe uma resposta em quatro partes:
Chamou-a de filha – termo que revela intimidade e um profundo carinho.
Assegurou-lhe que seu corpo havia sido curado – por sua fé, e não por ela ter tocado em Sua roupa.
Mandou-a embora livre de ansiedades – vá em paz.
E livrou-a do mal - alma curada, salva.
Entre a cura de um homem endemoninhado
e a ressurreição de uma menina, a situação daquela mulher poderia ser
considerada de menor importância segundo a avaliação humana, mas não segundo a
de Cristo. Ele para e ajuda A TODOS.
O interessante é que Ele parou
diante da fé daquela mulher que sabia que apenas ao tocar-Lhe, o sangue estancaria.
Ao passo que, no mesmo momento, Jairo faz um pedido confiante na cerimônia e no ritual utilizado à época.
Jairo diz:
Jairo diz:
- ‘...vem, impõe as mãos sobre ela,
PARA QUE ela seja salva’.
Em outras palavras, o religioso
certinho diz: vai e toca, faz o ritual, realiza o procedimento religioso/
cerimonioso PARA QUE haja a cura.
Mas, para Jesus, aquela 'imposição de mãos' que os religiosos usavam para evocar a cura tornara-se irrelevante diante daquele novo quadro que ora se apresentava.
Jesus tem algo a fazer antes... Porque a mulher do fluxo de sangue diz: se eu apenas tocar as Suas vestes... Essa mensagem de fé sensibilizou Jesus!
Mas, para Jesus, aquela 'imposição de mãos' que os religiosos usavam para evocar a cura tornara-se irrelevante diante daquele novo quadro que ora se apresentava.
Jesus tem algo a fazer antes... Porque a mulher do fluxo de sangue diz: se eu apenas tocar as Suas vestes... Essa mensagem de fé sensibilizou Jesus!
Jesus sempre transgrediu todas as convenções, tradições e rituais
para socorrer quem nele crê e aquele momento não foi diferente. Naquele tempo,
qualquer um que fosse tocado por uma ‘mulher impura’ seria considerado imundo.
Entretanto, quando ela tocou Jesus Ele a tornou limpa. Em todos os sentidos!
A mulher o buscou pela fé. Jairo, confiante nos rituais de sua religiosidade. E, o primeiro, fora atendido devido aos seus distúrbios
emocionais/espirituais/mentais. Cada um com seu motivo e abordagem específica. (Que quadro mais atual!) E Jesus os atende. A Seu modo, e não, conforme as convenções religiosas
da época. Assim como Ele atende a Seu modo, nos dias atuais, A TODOS QUE O BUSCAM, independentemente das convenções religiosas. E cura até a quem não o busca, depende apenas de Ele querer, assim como ele teve compaixão daquela MULHER CORCUNDA.
Enfim, nessa passagem bíblica Ele socorre os três. Porém,
unicamente à mulher, Ele salva. Por sua
fé.
Pense nisso!
“Filha, a tua fé te
salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal”.
TEXTOS RELACIONADOS:
SALVAÇÃO PELA FÉ
SOMOS A NAÇÃO ABENÇOADA?
O POVO LHES DEU TAL AUTORIDADE
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sexta-feira, 30 de novembro de 2012
COEXISTIR...
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'No essencial: unidade. no não essencial: liberdade. em todas as coisas: caridade' |
Os cristãos fundamentalistas* que aprisionaram o Espírito de
Deus entre as quatro paredes de sua religiosidade pretensiosa, ENLOUQUECEM com
essa 'ideia'.
Eles, sim, são os escolhidinhos porque seguem rigorosamente uma cartilha denominacional...
(E seguem?! tsc tsc tsc)
Alguns destes, certamente, irão se surpreender quando lá
chegarem...
RF.
*Contraditório... Como assim, é de Cristo e é fundamentalista?!
Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco;
a mim, me convém conduzi-las;
elas ouvirão a minha voz.
Palavras de Jesus!
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Comentário de um anônimo
'Pelo visto a senhora nao prestou tanta atencao ao filme...a
empregada que se refere como conselheira e irma de LUIZ GONZAGA...Como voce
sempre enxerga o mal em tudo...esquece dos detalhes¹... em Sangrando e sendo curado.'
Comentário ainda não moderado porque eu ainda vou identificar o IP do(a) nobre anônimo(a).
Enquanto isso...
Anônimo(a), apresente-se! Atirar a pedra e se esconder é
COVARDIA.
De qualquer forma, valeu pelo
toque. De fato, eu não prestei atenção a (mais) esse detalhe². Ela é irmã dele?! Que
legal! Pois não é que esse detalhe³ me passou batido?! Mas, quer saber? Faz muuuuuito tempo
que eu relaxei e não tô dando muita bola pra detalhe (4). Ainda bem...
E neste caso específico não faz a
menor diferença eu não ter enxergado este detalhe(5). Afinal, o foco está na
importância da pessoa como conselheira. Se ela é irmã, tia, avó, Neymar, o papa ou a rainha da Inglaterra, o rótulo já passa a ser mero
detalhe(6). E isso não significa ‘enxergar o mal em tudo’. Ou seja: não altera a
ideia central da mensagem e da minha leitura pessoal do filme. Eis o precioso detalhe!(7) Entendeu? Ou quer que eu desenhe?
Como você sabe que eu enxergo o mal em tudo? Quem é você, mascarado(a)?
Escute a sua própria ‘voz’ e
observe a sua frase:
‘...como você sempre enxerga o mal em tudo...’
‘...como você sempre enxerga o mal em tudo...’
Frase maldosa, tendenciosa,
ditadora e sem nenhuma relação com o texto; considerando ainda que os termos ‘sempre’
e ‘tudo’ denotam extremismos que não condizem em nada com a mensagem do mesmo.
Seja pelo menos inteligente procurando analisar o texto, e não, a autora. E mostre a sua cara!
Você está enganado(a) eu não
enxergo SEMPRE o mal em TUDO. Mas aprendi a enxergar o mal. Aprendi na porrada porque eu fui muito ingênua durante muito tempo na vida. Mas aí fui presenteada
com tal discernimento... Inclusive, em alguns casos, este mal vem de forma
anônima. E de fato, eu dou sim, alguns vacilos. Eu erro pra caramba, cometo
meus enganos, mas sou corajosa para admitir, sou audaciosa para me mostrar e valente para
dar a cara a bater. Já você, não pode dizer o mesmo. Não é?
Ah! E decida-se, finalmente, pelo
pronome de tratamento a usar comigo. ‘Senhora’ ou ‘você’. Pra mim, tanto faz.
Desde que não esteja ferindo nenhum código do Direito.
A propósito, vai uma dica: evite
ofensa, injúria, calúnia e difamação, principalmente pública, pois mesmo sendo você anônimo(a) eu
tenho como descobrir seu IP. Aí a gente pode até parar nos tribunais. Exagero?! Pode até ser, mas da mesma forma que não sou detalhista, uma pitada de drama também faz parte... E não que isso não possa ser perfeitamente evitado. Basta se conter a inveja e/ou a raiva gratuita. Contendo esses dois sentimentos abomináveis, quem sabe, de repente, você se
priva de suas opiniões pessoais fúteis e inverídicas e talvez até consiga enxergar
o seu próprio telhado de vidro.
A propósito, que mal lhe fiz? Se esse breve comentário acima, gritando mágoa nas entrelinhas, é fruto de um mal entendido resultante de algum veneno, estou aqui para conversar sobre qualquer assunto. E se eu tiver cometido alguma ofensa com a sua pessoa eu saberei me retratar e pedir perdão. E, finalmente, se for apenas antipatia pessoal, não posso fazer nada em relação a isso, apenas exigir respeito.
E, bora combinar, para quem critica aquele
que só vê o mal, você não fica muito atrás, considerando que o texto fala
justamente de CURA DA ALMA. Veja você a ironia. Não se ligou nesse detalhe(8) rss Bom! Vá se tratar e depois volte para ler sem levar para
o lado pessoal. Ou então, faça o seguinte: Se
você acha que eu vejo SEMPRE o mal em TUDO nem leia meu blog. E, detalhe (9): me esqueça.
Assim, sem querer ser
extremista - mas já sendo!- não vejo outras alternativas pra você. Aprenda a
fazer crítica com maturidade e imparcialidade ou esqueça que meu blog existe.
Até porque, o blog é meu, eu posto o que me aprouver e modero o comentário que
eu quiser.
Momento Pasquale.
Detalhe(10): no texto, após colocar reticências (...) dá-se um espaço e inicia-se com letra maiúscula.
Detalhe(10): no texto, após colocar reticências (...) dá-se um espaço e inicia-se com letra maiúscula.
- Ai, ai, quanto mais eu rezo... - Diria a Madre Superiora.
Arrogância denominacional
Eliseu: Uma arvore só é
considerada boa se suas raízes forem profundas e não cair ao longo dos anos.(...) Vou parar por aqui, porque Cristo
disse; Não jogueis pérolas Santa aos……………..
Tchau JOSÉ !!!
José: árvore boa é a que dá bons
frutos. Você poderá encontrar isto lendo a bíblia (Mateus 7:17,18). Se for ler,
não se preocupe, não é esta letra que vai te matar. E você está perdoado de sua
ignorância mesmo que não possa enxergá-la.
(Não sei bem porque, mas esse fragmento de ‘diálogo’ me lembra a parábola do fariseu e o publicano...)
Meu Deus! É impressionante como já vi esse filme!
Se alguém fala com autoridade
sobre essa imposição denominacional que reina na mente de alguns ‘dirigentes’
reacionários, a atitude é SEMPRE sarcástica, arrogante, pretensiosa e
indelicada.
Encerrar uma fala direcionada a
uma determinada pessoa, rotulando-a veladamente de PORCO baseado num versículo
isolado (bem típico… ) é, no mínimo, uma atitude infantilóide.
Os porcos constituíam o mais
forte exemplo de sacrilégio para os judeus.
Os porcos ilustram TUDO o que era
depravado, impuro e abominável;
Os porcos descrevem os que se
dedicam a odiar a Deus.
Mas isso, estes que saem atirando
nas pessoas… De repente, coitados, até nem sabem! Porque, para eles, esse
conhecimento é proibido! ‘A letra mata’!
E então, com outras LETRAS
inventadas pela própria cartilha, saem tentando MATAR todos os que reagem à sua
cegueira religiosa. E não apenas matar mas, principalmente, condenar ao fogo do inferno.
Por outro lado, por mais que se
cresça em números, fascinando os olhos dos que valorizam a quantidade, o certo
é que essa INQUISIÇÃO INGLÓRIA COM BASE NA SANTA IGNORÂNCIA está cada vez mais
enfraquecida. Justamente dentro destes mesmos números!!!
Esta estúpida Inquisição Denominacional já
não faz mais nenhum sentido existir nos dias de hoje pois vivemos em época onde TODOS podem ter acesso à
informação.
Como bem diz um comentarista mais ou menos assim: ‘depois de vários anos vim saber o que é Graça POR
MEIO DA INTERNET’.
Ora, o Espírito de Deus é livre,
soberano! Ele age como quer e onde quer. Não existe NENHUMA força
denominacional que o retenha pra si!!!
Ainda assim, é triste...
É TRISTE (e irônico) ver como
existem pessoas fundamentalistas usando o nome de Jesus, colocando palavras em
Sua boca! É lamentável ver pessoas que se dizem ‘escolhidas’ e que se arrogam à
exaustão em suas defesas doutrinárias, afastando-se cada vez mais da única coisa que
realmente importará ‘naquele dia’…
‘Naquele dia não se perguntará
quais eram as suas doutrinas, nem como era a sua forma de batismo, nem qual era
a sua religião, nem quantos trabalhos cristãos você fez, nem se perguntará pela
sua estatística de ‘quantos você converteu para Deus na Terra’. Perguntar-se-á
se você viu Jesus por aí, com fome, maltratado, com sede, preso, doente, lá no
‘brejo da Cruz’. E as pessoas vão dizer. ‘Senhor, nós nunca te vimos assim’! E
Ele vai dizer: ‘Sempre que vocês deixarem de atender a um ser humano nesse estado
de degradação, de prisão, de dominação, de infelicidade, de angústia e de
miséria, vocês deixarão de atender a mim’. É uma pena que Mateus 25 não seja
levado a sério por nós. Não se esqueçam: é com base no amor ao próximo que se
estabelecerá o critério ômega do juízo’. (Caio Fábio)
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Correr atrás do vento
"Então, vi que
TODO trabalho e TODA destreza em obras
provêm da INVEJA do
homem CONTRA O SEU PRÓXIMO.
Também isto é vaidade
e correr atrás do vento".
Este versículo acima (caps meus)
faz parte do capítulo quatro do livro de Eclesiastes, onde o sábio, por meio de suas
próprias experiências (então, vi...) enfoca o valor do trabalho em equipe, da
cooperação, do companheirismo, da amizade, da comunhão com os outros.
Ressaltando que o objetivo
egoísta de 'se dar bem', ter fama, popularidade e trabalhar muito apenas para
obter mais do que os outros é um impulso fútil e que não tem nenhum valor em
si. "Nem mesmo o prestígio proporcionará felicidade e contentamentos
duradouros".
.........
O breve comentário acima, eu fiz
há dois dias no Blog do Irlandês. Fala da INVEJA, esse descontentamento com o
que se tem, numa sociedade cada vez mais consumista que estimula a pessoa a uma
"escalada contínua em busca de algo melhor, mais fácil e mais
opulento".
Aí, numa espécie de sequência, lá
estava eu ontem lendo uma ‘Quem’ na sala de recepção do dentista de minha
sobrinha. É somente quando eu leio esse tipo de revista. (Abafa rss). Mas,
casualmente, e provando que se tira coisa boa de (quase) tudo, abri numa matéria que falava sobre a busca
frenética pela fama em detrimento de outros valores. Automaticamente, associei
ao texto do blog. É impressionante como isso sempre me acontece. Como se a
atestar um raciocínio anterior...
A reportagem era com a estonteante
Ana Paulo Arósio, mesmo com alguns quilinhos a mais e os cabelos esvoaçantes. Modelo e atriz que dominou altas campanhas
publicitárias, foi capa de revista constantemente e ainda participou de
‘Forever’ (1991 - Walter Hugo Khouri), marcando sua estreia no cinema.
Abandonando a carreira justamente quando escalada para protagonizar a personagem
Marina em Insensato Coração (2011), foi acusada por Gilberto Braga de ter
atitude anti-profissional. Ora, ela tinha suas razões pessoais e não cederia a
imposições globais que seduzem e induzem à obediência cega.
Eu já gostava dela, mas tornei-me
sua fã ao ler suas considerações. Palavras
sábias de uma linda mulher centrada, serena e firme nas colocações. Discorrendo
sobre esse lance do artista ter o glamour como obrigação, identifiquei-me
imediatamente com o que ia lendo. Ela falando dessa paranoia de você ter que
estar sempre bem, sempre cuidando obsessivamente da aparência, sem muito espaço
para a vida emocional. E arremata: ‘não
é apenas em função do dinheiro e da fama que a gente tem que viver’.
Há uma linha tênue que separa a
ambição saudável da competição invejosa. E, para isso, o meio artístico é campo fértil. Ora, como alude a mesma edição da citada revista, o artista é
flagrado em cenas da vida real na praia com familiares, correndo na orla
vestido com a camisa do seu time preferido, descalço no shopping porque o
sapato apertou, caminhando nas ruas com o filho vestido de super herói de sua
preferência ou fazendo caminhada com o(a) parceiro(a) nem um pouco conhecido, como qualquer mortal.
São (ou deveriam ser) pessoas
normais com comportamento normal. Entretanto, o que se percebe é que há sempre uma
resposta a uma cobrança de um público (não menos neurótico) que exige uma
postura ‘diferente’ por parte do seu ídolo. O ídolo, por sua vez, se apavona
com essa cobrança, sobe no salto e começa a se enxergar acima do bem e do mal. Veja,
por exemplo, a atitude arrogante da Rita Lee em show que lhe rendeu um senhor
processo...
O artista precisa estar sempre
lúcido, não ceder aos deslumbres para não sair do foco. Afinal, antes de tudo,
ele abraçou uma profissão cujos ‘ossos do ofício’ exigem constante concentração.
Ele não pode se permitir viajar na maionese achando que sua vida é só palco e
mídia, deixando que os holofotes o ceguem e incham o ego, confundindo os reais
valores da existência. Não é fácil, mas apenas em constante vigilância nesse
sentido, ele evita cair na cilada da mera competição
invejosa que garante sua popularidade. E não é que popularidade seja ruim.
Ruim é fazer disso o objetivo principal, pois que facilmente se esvai e logo se
é esquecido. Não é à toa que, há séculos, já dizia o sábio que ‘isso é correr
atrás do vento’.
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Sangrando e sendo curado...
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Eterno Gonzaguinha... |
Quando eu soltar a minha voz,
por favor entenda, que palavra
por palavra, eis aqui uma pessoa se entregando...
Caramba! Para mim, esse fragmento
de poesia - tristonha mas curativa - reflete exatamente o que aconteceu. Foi
assim que eu visualizei a chegada de Gonzaguinha naquele ambiente que
seria permeado de flashbacks. Numa regressão terapêutica, ele simplesmente se
entrega àquela busca por respostas a uma enorme inquietude interior.
Tudo começa quando, impulsionado pela madrasta, o esperançoso filho vai
ao encontro do pai para poder se encontrar. Ele ainda não sabia disso pois seu
coração estava cheio de amargura. Porém, à medida em que conversavam,
diferenças amenizadas, arestas aparadas... A amargura se esvaía. E eles nem
atinavam para isso! E, quanto mais barreiras iam sendo naturalmente rompidas,
maior leveza se instalava. E os laços se reintegrando... E os reais valores
aflorando... E o menino foi ficando em paz. Analogamente, talvez ele nem
soubesse que essa era a ideia: ir em busca do pai e aquietar o coração. Porque
essa sempre foi e sempre será a grande sacada da vida.
Gonzaguinha... Olhar perdido,
entristecido, introspectivo. Sem mãe, sem pai, sem família, sem infância, sem
referências. Entregue a amigos do pai enquanto o pai perseguia um estranho
sonho.
Gonzagão. Este era o seu pai.
Famoso. Reverenciado. Adorado pelo povo. Este homem obstinado que atravessou as
fronteiras dos corações dos quatro cantos do Brasil, mas não abriu o próprio
coração nem tampouco alcançou o coração que importava alcançar. O do filho.
Este era o pai de Gonzaguinha que
seria desde sempre, o centro de suas crises existenciais. A mãe, não. Era caso
resolvido. Já estava ausente. Já havia ido embora para sempre. Fica apenas a
triste saudade. Sua grande frustração era a certeza de um pai omisso e egoísta tão
presente e tão distante. Este pai, que ainda adolescente, persegue sua meta esquecendo-se dos valores
principais, obcecado em provar que não era um ‘sem eira nem beira’.
E, assim, enquanto se desenrola a
história da vida do pai, se revela na alma do filho a ânsia de todo ser humano:
sarar as feridas, remir as dores, reatar os laços, resgatar a vida. E isso só
se consegue quando se está decidido, pois que é efetuado o querer em nosso coração.
E isso foi o que quis o poeta. Ele
sai de um falso habitat e segue rumo
às suas raízes. Enfrenta a capa de superioridade de um pai envolto no glamour e
consegue conduzi-lo ao foco de sua perseguição, trazendo à tona sua emoção mais
escondida. É quando tudo acontece. É quando cai a ficha. É quando ambos se
curam de suas feridas mais doridas. O pai que reconhece, se humilha e,
simplesmente, pede perdão. Eis o clímax! Momento denso. Desconcertante. (A forte impressão que me causa é
que a plateia em cheio para de respirar no exato momento, em perfeita sintonia
de orquestração, ao mesmo tempo gritante e silenciosa).
Há, ainda, a preciosa figura da
conselheira que, muito mais do que uma simples doméstica, desempenha com maestria
o papel de sábia conciliadora. De um lado, trata de acalmar o coração do filho, revoltado com um pai meramente provedor;
de outro lado, sacode o pai artista/sonhador chamando-o a razão para o
que há de mais precioso na vida.
Aliás, são duas as mulheres
marcantes nesse reencontro. A primeira - lá do início - faz papel de
intermediadora como querendo se redimir. Ela diz: seu pai precisa de você – mesmo sem nunca ter percebido o quanto
ele precisou do pai e sem sequer imaginar que assim estaria unindo a ambos.
Tudo é um processo. Impressiona o
desenrolar dos conflitos interiores do filho que culmina com o pedido de perdão
por parte do pai desconfiado, omisso e egoísta. Não há segredo nem mágica. Há disposição, entrega,
desarmamento total. O perdão e o amor fecham a questão.
Há o filho que insiste em
procurar o pai, ainda que todo desmontado, ferido, mas em busca de respostas. E
por amor, unicamente. O pai, por sua vez, após um longo período de teimosas
racionalizações para o glamour em que vive, finalmente cai em si e, reconhecendo as tremendas vaciladas, diz: filho, me perdoa. Pronto,
ali toda a dor se neutraliza. Porque há CURA.
Filme de fotografia impecável, a irônica
reflexão fica por conta do final, onde um singelo juazeiro dá sombra aos dois
que se reconciliam em frente à casa abandonada do poderoso coronel que
provocara o pai de Gonzaguinha a sair mundo afora. Para ‘provar’ o que era
vão...
RF.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
É disso que eu falo...
Ele é para os sobrecarregados que vivem ainda mudando o peso da mala pesada de uma mão para a outra.
E para os vacilantes e de joelhos fracos, que sabem que não se bastam de forma alguma e são orgulhosos demais para aceitar a esmola da graça admirável.
E para os discípulos inconsistentes e instáveis cuja azeitona vive caindo para fora da empada.
E para homens e mulheres pobres, fracos e pecaminosos com falhas hereditárias e talentos limitados.
E para homens e mulheres pobres, fracos e pecaminosos com falhas hereditárias e talentos limitados.
E para os vasos de barro que arrastam pés de argila.
E para os recurvados e contundidos que sentem que sua vida é um grave desapontamento para Deus.
E para gente inteligente que sabe que é estúpida.
E para discípulos honestos que admitem que são canalhas.
O evangelho maltrapilho é um livro que escrevi para mim mesmo e para quem quer que tenha ficado cansado e desencorajado ao longo do Caminho.
(BRENNAN MANNING em 'Evangelho Maltrapilho')
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Sujo e mal lavado
O marido chega em casa às pressas pois está um tanto atrasado para assistir o noticiário de sua preferência. Acomoda-se no sofá e grita:
- mulheeerrr, cadê a TV??
A mulher entra na sala esbaforida
mas muito segura de si:
- ah, marido, levei hoje cedinho
pra vender porque o irmão disse hoje lá na igreja que quem não desse o dízimo
até amanhã não seria salvo.
Parece piada. Antes fosse...
Mas é a mais pura e cada vez mais
corriqueira realidade. Isso é crime e tem nome: coação. E o tom velado de ameaça de quem diz dá quem pode? E, claro, com o cuidado em mudar para o nome de 'oferta', pois como sugere a expressão, se está ofertando, ninguém está obrigando.
Me chama à atenção essa piada porque quem a conta vive numa terrível prisão religiosa que pratica outros tipos de coação.
É a história do 'sujo falando do mal lavado'. Gente que critica o fiel que vende a TV para pagar dízimo com risco de não ser salvo é a mesma gente que sofre pressão psicológica terrível para se batizar até tal dia sob pena de não ser salvo. Gente que usa todo tipo de roupa e linguagem circulando por aí no seu dia-a-dia, mas quando bota o pé dentro do suposto lugar santo, estão mudadas as indumentárias e o modo de portar-se.
Tem um monte de designação para o que as denominações por aí fazem para conseguir dinheiro e fiéis, que são verdadeiros casos de polícia. Para não citar várias designações com risco de repetição e redundância, vou sintetizar em uma só que, a meu ver, abrange tudo:
Me chama à atenção essa piada porque quem a conta vive numa terrível prisão religiosa que pratica outros tipos de coação.
É a história do 'sujo falando do mal lavado'. Gente que critica o fiel que vende a TV para pagar dízimo com risco de não ser salvo é a mesma gente que sofre pressão psicológica terrível para se batizar até tal dia sob pena de não ser salvo. Gente que usa todo tipo de roupa e linguagem circulando por aí no seu dia-a-dia, mas quando bota o pé dentro do suposto lugar santo, estão mudadas as indumentárias e o modo de portar-se.
Tem um monte de designação para o que as denominações por aí fazem para conseguir dinheiro e fiéis, que são verdadeiros casos de polícia. Para não citar várias designações com risco de repetição e redundância, vou sintetizar em uma só que, a meu ver, abrange tudo:
Pressão psicológica - Coloca a alma da pessoa em uma prisão invisível. Sua principal armadilha consiste em ludibriar o raciocínio, onde a driblada
lucidez é substituída pelo auto-engano; assim, a vítima, eternamente angustiada, passa a experimentar situações constantes de estresse vivendo em distorcido
mundo paralelo criado para sabotar sua própria consciência.
E tem uma sequência
que eu chamo de círculo vicioso, pois tal opressão que vai se instalando, ao
mesmo tempo é aliviada na medida em que a pessoa se dirige ao local em que toma um
pseudo-banho espiritual que lhe diz 'Deus está aqui'. E, quando ela volta pra
casa, reinicia-se todo aquele processo instalado anteriormente que a prende
cada vez mais em um emaranhado de normas, regras, proibições e obrigações. É
um 'TENHO QUE' para todos os movimentos, até ao próprio
respirar. Daí, segue-se outra fase: a
do fingimento. Sim, pois não dá pra suportar tanta carga, então fingir é a válvula
de escape. É quando as máscaras caem bem.
Mas caem na face. E grudam. Estabelece-se então no indivíduo uma ingenuidade (tolice) que o encaminha às cegas a uma patologia que os dirigentes chamam de conversão.
E o mais absurdo de tudo é quando, nessas denominações em nome de Jesus, impera a meninice espiritual que beira a
pretensão. É quando o pregador diz que a
salvação só é encontrada naquele espaço físico. Ponto máximo
da alucinação provocado pelo ópio do denominacionalismo. Mira fácil: o cabisbaixo,
fragilizado, sugestionado. Inicia-se o processo da
doutrinação que seria hilária se não estivesse
em jogo a saúde psicológica do indivíduo...
Fica no ar pesado algo indizível porém perfeitamente claro: de um lado o
autoritarismo do opressor travestido de bondoso intermediário de Deus; de outro, o constrangimento do dizimista/ofertante psicológico que, vendo-se nu e miserável, acaba cedendo e comprando uma fórmula repleta de efeitos colaterais e reações
adversas que vai transformá-lo em um ser estereotipado, mais doente do que
antes. Mas com aparência de feliz e realizado vez que no baú do seu kit espiritual estão todas as máscaras necessárias. Conforme a situação.
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terça-feira, 13 de novembro de 2012
Cristianismo pagão
![]() |
Igreja: fábrica de robôs. |
Que cristãos na era apostólica erigiram casas especiais de culto, isso está fora de cogitação...
O Salvador do mundo nasceu em um estábulo e subiu aos céus desde um monte.
Seus Apóstolos e sucessores até o século III pregaram nas ruas, mercados, montes, barcos, sepulcros, cavernas, desertos e nas casas dos seus convertidos.
Contudo, milhares de igrejas e capelas caras foram e continuam sendo construídas em todo mundo para honrar o Redentor crucificado que nos dias de sua humilhação não possuiu nenhum lugar onde repousar a cabeça! (Philip Schaff)
( Do livro 'Cristianismo Pagão' de Frank A. Viola)
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
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1 Timóteo 4:1-2